Há uma nova espécie de mulheres out there. Watch out, rapazes!
Sabe aquela mulher pra casar que no fundo, no fundo, todos vocês procuram? Ela pode não ser tanto pra casar assim mais, porque algum infeliz quebrou seu coração e acabou destruindo todos seus sonhos e castelos!
Baboseiras românticas à parte, eu deveria ser uma pessoa traumatizada. E às vezes até acho que sou, mas quando me vejo no próximo relacionamento, vejo que no fim das contas não deixo meu passado interferir tanto assim no meu presente.
Conversando com um brother meu - que assim como eu, não gosta de frescura! -, ele me contou do novo affair. Ou melhor, da nova investida, porque affair mesmo ainda não rolou. Razão? A menina está traumatizada com o último cafajeste e tem medo de se ferrar de novo. Aí vocês me dizem, "ah, que nada, isso é só desculpa porque ela não quer sair com ele!". PENNN! Errado! Acreditam que ela está saindo loucamente com ele? Liga, manda msg, procura, se vêem às vezes mais de uma vez por dia, mas ela não deixa o garoto concretizar o business. E olha que ele deve gostar dela, porque paciência nunca foi uma de suas virtudes!
É válido deixar seu passado interferir tanto assim no seu presente? Será mesmo que temos que ter medo de nos relacionar com outras pessoas achando que o raio vai cair no mesmo lugar? Más notícias, meninas. O raio CAI SIM no mesmo lugar. Se você tiver muita sorte, cai duas vezes. Mas como a maioria de nós não tem muita sorte, vive levando raio na cabeça.
Mas gente... sofrer faz parte da vida. A gente gosta?? Não!! Mas acontece, uai! Fazer o que?! Acham que a solução é fugir das circunstâncias da vida e tentar prever os passos do seu próximo pretendente em busca de poupar seu coração de mais uma decepção?! Isso é pular a vida! Não faça isso... não dê esse prazer ao FDP que te magoou!
Dito tudo isso, meninos, não se iludam também. Há situações e situações. Essa história de "trauma" também pode sim funcionar como ótima lame excuse para os seguintes tópicos:
- Como diria nosso amigo Jack Berger, de Sex and the city, "she's not that into you"
- Você é ruim de pegada e ela não quer mais te ver
- Ela quer te cozinhar em banho-maria na esperança de arranjar algo melhor. O velho "mais vale um pássaro na mão, do que dois voando".
Meninas, carregar trauma de um relacionamento pro outro não vale a pena! Não perca seu tempo dando tanta importância a quem não te deu.
Meninos, sejam pacientes - porém alerta!
sábado, 31 de julho de 2010
Meninas traumatizadas
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sábado, 24 de julho de 2010
Casar?
Ontem fui à festa de formatura de um amigo meu - parabéns, xuxu, by the way! - e conheci um casal super legal, amigos dele.
Eles super comunicativos, alto-astral, estavam ali pra se divertir horrores mesmo!
Até aí tudo bem, era só um casal de namorados. Com a diferença de que eles vão casar sábado que vem!
Confesso que do alto do meu ceptismo, fiquei um pouco chocada. Eu, pelo menos, quando penso num casal que vai se casar - preconceito, eu sei! - penso em duas pessoas mais velhas, mais sérias, mais tensas. E eles estavam lá, o próprio exemplo de como uma relação deve ser!
Meu último relacionamento era parecido com o deles. A gente se divertia junto SEMPRE, era maravilhoso, mas a diferença é que não estávamos de data marcada pra casar. Por que a gente acha que quando a pessoa tá casando, tem que perder a diversão do namoro?
Parei pra conversar com eles, e os dois estavam super certos do que queriam. Eles já moram juntos, mas o noivo disse: "Eu quero ter essa mulher na minha vida oficialmente!", ao que meus ouvidos de última romântica quase derreteram. Eu confessei a eles que o relacionamento deles, aparentemente, era tudo o que eu procurava pra mim. Eles disseram que quando eles começaram a morar juntos foi complicado, mas que agora eles aprederam que a chave para um bom relacionamento é CEDER. Eu já sabia disso, mas pôr em prática é bem mais complicado!
Enfim, me apaixonei por esse casal que é apaixonado pela vida e pelo amor um pelo outro! E que eles sejam felizes como as duas criancinhas de mãos dadas que estão estampadas no convite de casamento, que tive a honra de ver! Lara e Neto, toda a felicidade do mundo! TIM TIM!
Eles super comunicativos, alto-astral, estavam ali pra se divertir horrores mesmo!
Até aí tudo bem, era só um casal de namorados. Com a diferença de que eles vão casar sábado que vem!
Confesso que do alto do meu ceptismo, fiquei um pouco chocada. Eu, pelo menos, quando penso num casal que vai se casar - preconceito, eu sei! - penso em duas pessoas mais velhas, mais sérias, mais tensas. E eles estavam lá, o próprio exemplo de como uma relação deve ser!
Meu último relacionamento era parecido com o deles. A gente se divertia junto SEMPRE, era maravilhoso, mas a diferença é que não estávamos de data marcada pra casar. Por que a gente acha que quando a pessoa tá casando, tem que perder a diversão do namoro?
Parei pra conversar com eles, e os dois estavam super certos do que queriam. Eles já moram juntos, mas o noivo disse: "Eu quero ter essa mulher na minha vida oficialmente!", ao que meus ouvidos de última romântica quase derreteram. Eu confessei a eles que o relacionamento deles, aparentemente, era tudo o que eu procurava pra mim. Eles disseram que quando eles começaram a morar juntos foi complicado, mas que agora eles aprederam que a chave para um bom relacionamento é CEDER. Eu já sabia disso, mas pôr em prática é bem mais complicado!
Enfim, me apaixonei por esse casal que é apaixonado pela vida e pelo amor um pelo outro! E que eles sejam felizes como as duas criancinhas de mãos dadas que estão estampadas no convite de casamento, que tive a honra de ver! Lara e Neto, toda a felicidade do mundo! TIM TIM!
sábado, 3 de julho de 2010
Há limites na paquera?
O que é permitido e o que não é, lugares, frases, vestimentas, approaches. Tudo isso vimos discutindo desde a inauguração deste blog, mas pelo jeito ainda está por acontecer muitas aventuras inesperadas.
Eis que saímos eu e Kérow ontem para uma inocente partida de sinuca com nosso casalzinho preferido, só para não deixar a sexta-feira passar em branco. Saindo do local, cedo, como duas meninas comportadas, antes das 23h querendo chegar em casa pra descansar da semana corrida, paramos num semáforo. Enquanto esperávamos que ele abrisse, parou ao nosso lado um carro com 4 rapazes ao lado. Quando olhamos, eles estavam tentando fazer contato a qualquer custo, com berros, acenos e pulos na janela. Até que de repente, um deles grita meu nome. Eu abro o vidro em busca de um visgo de reconhecimento, tentando encontrar algo que me fizesse lembrar de onde eu conhecia o sujeito, enquanto ele berrava que era amigo do "Leo". Mal sabe ele que no meu celular tem o número de uns 5 Leos diferentes. Não ajudou muito! Do banco de trás, estava um menino kinda cute desesperado, quase caindo da janela, pedindo o telefone da Kérow. O sinal abriu e resolvemos parar num estacionamento, para checar quem era o conhecido. Quando ele desceu, nos dividimos em dois grupos de 3. De um lado da porta, Kérow, o menino do telefone, e um gaúcho wing man. Do outro lado, o doido amigo do Leo, eu e outro wing man. O maluco ficou meia hora tentando me fazer lembrar quem era o Leo, até que caiu a ficha e eu lembrei que tinha conhecido o sujeito há bem uns 8 anos atrás e que o via desde então. Momento engraçado para trás, Kérow passou seu telefone pro menininho, que já nos convidou para uma festa julina hoje à noite.
Foi o desfecho menos esperado de uma sexta light. Eu nem sabia que era jogada legal parar as pessoas no trânsito para pedir o telefone! Afinal, parece que tudo vale neh?
Eis que saímos eu e Kérow ontem para uma inocente partida de sinuca com nosso casalzinho preferido, só para não deixar a sexta-feira passar em branco. Saindo do local, cedo, como duas meninas comportadas, antes das 23h querendo chegar em casa pra descansar da semana corrida, paramos num semáforo. Enquanto esperávamos que ele abrisse, parou ao nosso lado um carro com 4 rapazes ao lado. Quando olhamos, eles estavam tentando fazer contato a qualquer custo, com berros, acenos e pulos na janela. Até que de repente, um deles grita meu nome. Eu abro o vidro em busca de um visgo de reconhecimento, tentando encontrar algo que me fizesse lembrar de onde eu conhecia o sujeito, enquanto ele berrava que era amigo do "Leo". Mal sabe ele que no meu celular tem o número de uns 5 Leos diferentes. Não ajudou muito! Do banco de trás, estava um menino kinda cute desesperado, quase caindo da janela, pedindo o telefone da Kérow. O sinal abriu e resolvemos parar num estacionamento, para checar quem era o conhecido. Quando ele desceu, nos dividimos em dois grupos de 3. De um lado da porta, Kérow, o menino do telefone, e um gaúcho wing man. Do outro lado, o doido amigo do Leo, eu e outro wing man. O maluco ficou meia hora tentando me fazer lembrar quem era o Leo, até que caiu a ficha e eu lembrei que tinha conhecido o sujeito há bem uns 8 anos atrás e que o via desde então. Momento engraçado para trás, Kérow passou seu telefone pro menininho, que já nos convidou para uma festa julina hoje à noite.
Foi o desfecho menos esperado de uma sexta light. Eu nem sabia que era jogada legal parar as pessoas no trânsito para pedir o telefone! Afinal, parece que tudo vale neh?
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Os Empata-foda
Olha, eu adoro Brasília! Mesmo! Mas esse negócio de você ir nas baladas e sempre encontrar as mesmas pessoas, pode dar mais rolo do que você imagina!
Vejam vocês que eu conheci um gatinho forrozeiro – doida pra quebrar a cara de novo, né? Mulher não aprende nunca, impressionante! – há mais ou menos um mês atrás, quando ainda me recuperava muito vagarosamente do término do meu último relacionamento. Ele pediu meu MSN e conversamos poucas vezes. Ele é amigo do namorado de uma amiga e coincidentemente, estuda com uma aluna minha. Até aí, tudo bem.
Domingo rolou um reencontro no forrózinho café-com-leite. Ele estava lá, todo gatinho e com os moves forrozísticos de sempre; porém, notei que estava meio caladinho. Como todo mundo tem seus issues, tentei não interferir muito na intimidade do rapaz que mal conheço. Eis que forró vai, xaxado vem, baião vai, xote vem, começamos a batalha testa-com-testa – estratégia normalmente infalível dos forrozeiros de plantão. Aquela coisa maluca, respiração ofegante, a platéia de plantão assistindo e se perguntando “Vão ou não vão beijar?!”, um experimentando o suor um do outro, os carinhos nas mãos e no pescoço e de repente... O xote acaba! Quase querendo matar o sanfoneiro que deixou o acordeon parar de chorar, nos abraçamos por alguns segundos mais do que normalmente nos abraçaríamos.
Quando as coisas esfriam um pouco, chega o ser dono deste post aqui e pergunta quase que sem respirar de tão rápido: “Dany, vamos dançar?”. Eu muito atordoada concordo com a dança. Ele olha pro gatinho forrozeiro e diz: “Posso dançar com ela?”. Este, tão atordoado quanto eu, responde: “Ô!”. Daí lá fui eu sendo arrastada para longe do meu pretendente por um ser que, vamos combinar, é no mínimo repugnante! Picture the scene: o cara dança comigo esfregando minhas costas, falando obscenidades no meu ouvido enquanto me aperta na cintura impedindo minha fuga. Eu, só xingando, indignada e me perguntando why the fuck eu já fiquei com um cara desses! Depois que consigo me esquivar, o tempo fecha totalmente.
O novo forrozeiro de minha vida diz ter entendido “É bom dançar com ela, né?” ao invés de “Posso dançar com ela?” (por isso o tal “ô!”) e que ficou sem entender porque eu fui roubada na cara dura. Empata-foda number 1: o sem-noção que a partir de agora entra para minha lista negra de uma vez por todas. Apesar de todo o rolo, nada rola entre nós após o mal-entendido.
Volto para casa com a pulga atrás da orelha e no outro dia descubro quem é o empata-foda number 2: minha querida aluna. Parece que o forrozeirinho esteve enrolado com uma amiga da aluna em questão e para não ficar feio, preferiu não ficar comigo na frente dela, e portanto, a tal amiga era o motivo pelo qual o rapaz estava tão introvertido. Aparentemente o tal rolo não está totalmente resolvido e cá estou eu me envolvendo onde não devo, novamente.
Seja lá o que for, acho melhor eu começar a variar mais os lugares onde vou. Ao que parece, os fantasmas não me deixam em paz! E tome-lhe assombração! Abaixo os empata-foda!
Vejam vocês que eu conheci um gatinho forrozeiro – doida pra quebrar a cara de novo, né? Mulher não aprende nunca, impressionante! – há mais ou menos um mês atrás, quando ainda me recuperava muito vagarosamente do término do meu último relacionamento. Ele pediu meu MSN e conversamos poucas vezes. Ele é amigo do namorado de uma amiga e coincidentemente, estuda com uma aluna minha. Até aí, tudo bem.
Domingo rolou um reencontro no forrózinho café-com-leite. Ele estava lá, todo gatinho e com os moves forrozísticos de sempre; porém, notei que estava meio caladinho. Como todo mundo tem seus issues, tentei não interferir muito na intimidade do rapaz que mal conheço. Eis que forró vai, xaxado vem, baião vai, xote vem, começamos a batalha testa-com-testa – estratégia normalmente infalível dos forrozeiros de plantão. Aquela coisa maluca, respiração ofegante, a platéia de plantão assistindo e se perguntando “Vão ou não vão beijar?!”, um experimentando o suor um do outro, os carinhos nas mãos e no pescoço e de repente... O xote acaba! Quase querendo matar o sanfoneiro que deixou o acordeon parar de chorar, nos abraçamos por alguns segundos mais do que normalmente nos abraçaríamos.
Quando as coisas esfriam um pouco, chega o ser dono deste post aqui e pergunta quase que sem respirar de tão rápido: “Dany, vamos dançar?”. Eu muito atordoada concordo com a dança. Ele olha pro gatinho forrozeiro e diz: “Posso dançar com ela?”. Este, tão atordoado quanto eu, responde: “Ô!”. Daí lá fui eu sendo arrastada para longe do meu pretendente por um ser que, vamos combinar, é no mínimo repugnante! Picture the scene: o cara dança comigo esfregando minhas costas, falando obscenidades no meu ouvido enquanto me aperta na cintura impedindo minha fuga. Eu, só xingando, indignada e me perguntando why the fuck eu já fiquei com um cara desses! Depois que consigo me esquivar, o tempo fecha totalmente.
O novo forrozeiro de minha vida diz ter entendido “É bom dançar com ela, né?” ao invés de “Posso dançar com ela?” (por isso o tal “ô!”) e que ficou sem entender porque eu fui roubada na cara dura. Empata-foda number 1: o sem-noção que a partir de agora entra para minha lista negra de uma vez por todas. Apesar de todo o rolo, nada rola entre nós após o mal-entendido.
Volto para casa com a pulga atrás da orelha e no outro dia descubro quem é o empata-foda number 2: minha querida aluna. Parece que o forrozeirinho esteve enrolado com uma amiga da aluna em questão e para não ficar feio, preferiu não ficar comigo na frente dela, e portanto, a tal amiga era o motivo pelo qual o rapaz estava tão introvertido. Aparentemente o tal rolo não está totalmente resolvido e cá estou eu me envolvendo onde não devo, novamente.
Seja lá o que for, acho melhor eu começar a variar mais os lugares onde vou. Ao que parece, os fantasmas não me deixam em paz! E tome-lhe assombração! Abaixo os empata-foda!
segunda-feira, 28 de junho de 2010
De saco cheio.
Sabe quando a vida tá ruim pra caramba, nada tá muito legal?Então, tô assim. Estamos, aliás. Alguns amigos próximos andam reclamando (e não é pouco) da vida também... Mas qual é o problema, afinal?E o remédio?
Os reclamões são todos jovens, cheios de saúde e vida, não são loucamente endividados, não ficaram grávidos, não houve morte na família, não são depressivos, enfim, no geral não há grandes motivos para tanta lamentação.
Mas ora bolas, o que passa então?
Bem, minha mãe costuma a listar tudo o que eu já listei para deixar claro o quão legal minha vida é... Eu costumo concordar e pensar que realmente tá tudo bem... Mas a sensação sempre volta... Uma insatisfação latente;uma baita pedra no sapato! Mas porque não tá tudo bem?Nunca?
Faz um tempo que venho me sentindo assim, cada vez mais... Quanto mais o tempo passa, maiores são as complicações da vida. Eu não tenho uma resposta, nunca tive, mas escrevendo agora me vem alguns porquês.
Talvez os meus 22 estejam apontando na minha cara - como já estavam os meus 19, 20, 21 - que agora a vida é outra, os dias não vão ser mais tão fáceis, leves e brincalhões como os de outrora. O que eu quero dizer é que esse começo de vida adulta é muito mais difícil do que se tornar adolescente! Por que as pessoas nunca falam sobre isso? "Adolescente isso, adolescente aquilo" e da-lhe programas de TV, livros e rodas de mães desesperadas tratando do tema. Mas e os candidatos a adultos, como fazem?
Ninguém parece perceber o quão duro é... Os 20 e poucos começam a avançar e o mundo todo e aquela tia arrogante demanda um diploma universitário, um bom emprego, um salário razoável, um carrinho e ja-já tão falando RUA!"É hora de você ter o seu cantinho... se virar..."Por mais que alguns relutem, o quê talvez seja o meu caso, e permaneçam nas casas dos pais por mais algum tempo ( que pecado tem?); ainda assim um piano invisível pesa nas costas.
Está aí eu acho a razão dos meus "problemas" e os de alguns amigos. As reclamações, as minhas e as deles, são todas relacionadas a falhas na vida adulta novinha em folha que nós temos.
Quando uma sequência de "coisas novas de adulto" que tentamos fazer dá errado...Pronto, é o fim do mundo!Você tá lá tentando fazer o seu papel da melhor forma, cumprindo os itens básicos como: estar formando na faculdade; ter um carro;um relacionamento "sério" e "maduro";viajar sozinho para o exterior; pagar contas (pequenas ou de uma casa inteira) e para alguns até sustentar um filho. Como se já não fosse difícil fazer um monte de coisas novas, tem que se fazer bem...
E o que nos deixa tão mal? Quando essa vidinha que a gente tem que construir desanda aqui e ali. Aí é aquele chororô!A minha sugestão é: tin-tin ao novo adulto!Somos todos afinal, perdoem o tom piegas, bebês que estão tentando andar e ficar de pé de novo. Cair faz parte, o que a gente não pode, é ficar sentado muito tempo esperando alguém nos levantar a toda hora.
Bom estar de volta!
Os reclamões são todos jovens, cheios de saúde e vida, não são loucamente endividados, não ficaram grávidos, não houve morte na família, não são depressivos, enfim, no geral não há grandes motivos para tanta lamentação.
Mas ora bolas, o que passa então?
Bem, minha mãe costuma a listar tudo o que eu já listei para deixar claro o quão legal minha vida é... Eu costumo concordar e pensar que realmente tá tudo bem... Mas a sensação sempre volta... Uma insatisfação latente;uma baita pedra no sapato! Mas porque não tá tudo bem?Nunca?
Faz um tempo que venho me sentindo assim, cada vez mais... Quanto mais o tempo passa, maiores são as complicações da vida. Eu não tenho uma resposta, nunca tive, mas escrevendo agora me vem alguns porquês.
Talvez os meus 22 estejam apontando na minha cara - como já estavam os meus 19, 20, 21 - que agora a vida é outra, os dias não vão ser mais tão fáceis, leves e brincalhões como os de outrora. O que eu quero dizer é que esse começo de vida adulta é muito mais difícil do que se tornar adolescente! Por que as pessoas nunca falam sobre isso? "Adolescente isso, adolescente aquilo" e da-lhe programas de TV, livros e rodas de mães desesperadas tratando do tema. Mas e os candidatos a adultos, como fazem?
Ninguém parece perceber o quão duro é... Os 20 e poucos começam a avançar e o mundo todo e aquela tia arrogante demanda um diploma universitário, um bom emprego, um salário razoável, um carrinho e ja-já tão falando RUA!"É hora de você ter o seu cantinho... se virar..."Por mais que alguns relutem, o quê talvez seja o meu caso, e permaneçam nas casas dos pais por mais algum tempo ( que pecado tem?); ainda assim um piano invisível pesa nas costas.
Está aí eu acho a razão dos meus "problemas" e os de alguns amigos. As reclamações, as minhas e as deles, são todas relacionadas a falhas na vida adulta novinha em folha que nós temos.
Quando uma sequência de "coisas novas de adulto" que tentamos fazer dá errado...Pronto, é o fim do mundo!Você tá lá tentando fazer o seu papel da melhor forma, cumprindo os itens básicos como: estar formando na faculdade; ter um carro;um relacionamento "sério" e "maduro";viajar sozinho para o exterior; pagar contas (pequenas ou de uma casa inteira) e para alguns até sustentar um filho. Como se já não fosse difícil fazer um monte de coisas novas, tem que se fazer bem...
E o que nos deixa tão mal? Quando essa vidinha que a gente tem que construir desanda aqui e ali. Aí é aquele chororô!A minha sugestão é: tin-tin ao novo adulto!Somos todos afinal, perdoem o tom piegas, bebês que estão tentando andar e ficar de pé de novo. Cair faz parte, o que a gente não pode, é ficar sentado muito tempo esperando alguém nos levantar a toda hora.
Bom estar de volta!
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quarta-feira, 23 de junho de 2010
Paciência, Senhor, paciência!
Se tem uma coisa que me irrita muito é homem pamonha. Já escrevi outro texto de uma experiência super frustrante que eu tive no começo de minha saga forrozística, gajo esse que se encontra namorando uma conhecida minha nowadays. Deixando este evento lamentável de lado, tenho uma reclamação a fazer: eu só atraio homem pamonha - entre outros tipos indesejáveis. É impressionante!
Vejam só que estou num eterno chove não molha por um esperadíssimo flashback com meu middle school sweetheart. Aquele gatinho que balançava seu coração quando você tinha 13 anos, fazendo todas as músicas de Sandy e Jr. dispararem seu coração juvenil. Pois então, o rapaz é uma gracinha! Todo fofo, super divertido, lindo, futuro brilhante pela frente, e é claro, que para não beirar a perfeição, ele tinha que ter um dos defeitos que mais me tira do sério: a pamonhice aguda.
Dá todos os sinais de que está super na minha, mas é devagaaaaaar que é uma coisa! E o pior de tudo é que já lá na escola ele era assim - e eu sempre soube disso. Outro dia conversamos sobre isso e ele me fez derreter com a frase "Ah, eu sou assim só com quem eu gosto, porque daí rola o medo de fazer algo errado. Com quem eu não me importo, não é assim!". Ooooh, muito fofo, né? Mas poooxa! Precisava ter tanto medo de fazer algo errado? Aliás, o que tem os homens com esses medos esquisitos?!
Anyway, este não é o tópico do post. O caso é que ele é tão, tão, tão cute-cute que eu estou exercitando minha paciência através de mantras, contagens regressivas e socos no travesseiro. Sei lá se isso vai sair do 0x0, mas eu definitivamente tô pronta pra 1x1!
Larga de frouxura, homi!
Vejam só que estou num eterno chove não molha por um esperadíssimo flashback com meu middle school sweetheart. Aquele gatinho que balançava seu coração quando você tinha 13 anos, fazendo todas as músicas de Sandy e Jr. dispararem seu coração juvenil. Pois então, o rapaz é uma gracinha! Todo fofo, super divertido, lindo, futuro brilhante pela frente, e é claro, que para não beirar a perfeição, ele tinha que ter um dos defeitos que mais me tira do sério: a pamonhice aguda.
Dá todos os sinais de que está super na minha, mas é devagaaaaaar que é uma coisa! E o pior de tudo é que já lá na escola ele era assim - e eu sempre soube disso. Outro dia conversamos sobre isso e ele me fez derreter com a frase "Ah, eu sou assim só com quem eu gosto, porque daí rola o medo de fazer algo errado. Com quem eu não me importo, não é assim!". Ooooh, muito fofo, né? Mas poooxa! Precisava ter tanto medo de fazer algo errado? Aliás, o que tem os homens com esses medos esquisitos?!
Anyway, este não é o tópico do post. O caso é que ele é tão, tão, tão cute-cute que eu estou exercitando minha paciência através de mantras, contagens regressivas e socos no travesseiro. Sei lá se isso vai sair do 0x0, mas eu definitivamente tô pronta pra 1x1!
Larga de frouxura, homi!
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sexta-feira, 11 de junho de 2010
Dia dos namorados

Mais uma vez ele chegou! Para aterrorizar as solteiras, alegrar os solteiros, aquecer o comércio e dar aos enamorados um motivo a mais pra comemorar! Mas quem foi que inventou esta data, anyway? E com que propósito?
A grande verdade é que poucos são os que conseguem passar pelo dia 12 de junho imunes ao que ele pode representar para você, dependendo do momento em que você se encontra. Os sentimentos variam de depressão à baixaria, mas resistir ao peso desta data tão nada-inocente é tarefa quase utópica.
Quem está namorando, se pega planejando maneiras de surpreender seu respectivo e inovar na hora da celebração. Ao passo que aqueles que estão sozinhos, inventam mil maneiras de fazer aquele dia passar batido ou ter saldo positivo, como por exemplo, irem a festas de culto à solteirice, regadas a álcool ilimitado.
A data do dia dos namorados, para mim, lembra apenas que o meu último bom 12/06 foi há uns 5 anos atrás. E quando eu paro para olhar para os últimos anos, quase sinto pena de mim por ter sido tão infeliz nessa - as for now - maldita data. Esse ano, eu, na minha doce ilusão, achava que teria um bom 12/06, mas o destino mais uma vez olhou para mim, riu e disse: "pegadinha do Malandrooo!". Anyways, eu também arranjei meu modo de fugir dessa atmosfera enlouquecedora e resolvi fazer um acampamento da igreja.
Vejam só, vocês, como mais uma vez o destino resolve fazer piada de mim: eis que meu não-mais-tão-adorado ex-namorado-babaca-do-ano-de-2009 também dará o ilustre ar de sua graça no bendito acampamento. After all, acho que não vou conseguir me livrar tanto da lembrança desse dia infeliz, afinal, toda vez que olhar para a cara-de-pau do indivíduo, meu cérebro se programará para pensar: "Why the fuck, you bloody bastard?" Eu acho esse tipo de relação ex/ex super válida e saudável!
Namorados, comemorem! Realmente, ter um namorado hoje em dia é tarefa árdua e rara!
Solteirada, acalmem os hormônios! Vai passar rápido, eu prometo!
Here we go again!
________________________________________________________
PS: Estamos de volta, não chorem! =)
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quarta-feira, 14 de abril de 2010
Eternas crianças
Me fala aí se 95% dos homens que você conhece ainda parecem estar no começo da puberdade?! Quando eu digo homens, eu digo maiores de 18, que deveriam já estar pensando no futuro, dependendo de quantos anos tiver já formado, trabalhando, enfim, todo o pacote.
Então, Senhor, me responde, por que a maioria deles se comporta como adolescentes? Por que um marmanjo com barba na cara continua soltando frases como "Vou pegar geral" ou "Namorar é pros fracos" ou "eu não me apaixono", entre outras sentenças absurdas?
Todos os homens têm medo de se envolver. Ainda não descobri porque, mas todos eles se esquivam de responsabilidades, comprometimentos qualquer coisa que possam deixá-los fora do controle. A maioria dos homens é extremamente covarde. Para eles, fugir do problema é SIM uma solução - a qual eles recorrem quase sempre, vale ressaltar.
É impressionante como, após terminar um namoro, a mulher pensa: "nossa, não consigo nem pensar em outro homem". E após o mesmo término de namoro, o homem pensa: "Ah, agora tô livre pra pegar geral, quem eu quiser!". E faz. Capaz dos dois se esbarrarem na balada e a ex encontrar o falecido lá nos beiços de outra com cara de quem tá solteiro há eras.
Quando você é criança, faz assim. Tem medo de cachorro, foge e se esconde dentro da portaria quando vê o poodle do vizinho. Tem medo do escuro, foge do seu próprio quarto e pula pra cama da mamãe. Tem medo de arrancar o dente, finge pra mãe que os dentes não estão moles ainda. Foge.
Os adultos deveriam enfrentar os medos, os bloqueios, as frustrações. Não? Vontade de fugir a gente tem o tempo todo. Mas vontade é uma coisa que dá e passa. Que encontremos menos meninos e mais homens. Ou que os nossos meninos aprendem a crescer e vejam que isso é necessário e não precisa ser doloroso!
Então, Senhor, me responde, por que a maioria deles se comporta como adolescentes? Por que um marmanjo com barba na cara continua soltando frases como "Vou pegar geral" ou "Namorar é pros fracos" ou "eu não me apaixono", entre outras sentenças absurdas?
Todos os homens têm medo de se envolver. Ainda não descobri porque, mas todos eles se esquivam de responsabilidades, comprometimentos qualquer coisa que possam deixá-los fora do controle. A maioria dos homens é extremamente covarde. Para eles, fugir do problema é SIM uma solução - a qual eles recorrem quase sempre, vale ressaltar.
É impressionante como, após terminar um namoro, a mulher pensa: "nossa, não consigo nem pensar em outro homem". E após o mesmo término de namoro, o homem pensa: "Ah, agora tô livre pra pegar geral, quem eu quiser!". E faz. Capaz dos dois se esbarrarem na balada e a ex encontrar o falecido lá nos beiços de outra com cara de quem tá solteiro há eras.
Quando você é criança, faz assim. Tem medo de cachorro, foge e se esconde dentro da portaria quando vê o poodle do vizinho. Tem medo do escuro, foge do seu próprio quarto e pula pra cama da mamãe. Tem medo de arrancar o dente, finge pra mãe que os dentes não estão moles ainda. Foge.
Os adultos deveriam enfrentar os medos, os bloqueios, as frustrações. Não? Vontade de fugir a gente tem o tempo todo. Mas vontade é uma coisa que dá e passa. Que encontremos menos meninos e mais homens. Ou que os nossos meninos aprendem a crescer e vejam que isso é necessário e não precisa ser doloroso!
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sábado, 10 de abril de 2010
Back to the game?
É, minha gente...Para os que torciam a favor da Ruiva e seu babaca do ano, tenho uma má notícia. Para os que torciam contra, podem celebrar.
O que aconteceu? Sabe que nem eu e provavelmente nem ele sabemos explicar? Só sei que alguma coisa de ruim no universo caiu sobre nosso relacionamento e nos jogou right back to the game. The lame game. O jogo que eu já estava - e ainda estou! - cansada de jogar, como muito bem colocado pela Ivy no último post.
É estranho ter tantos convites pra sair no sábado à noite, mas ainda não ter conseguido aceitar a idéia de que serei obrigada a aguentar a péssima qualidade dos homens out there, novamente. Desculpe a ofensa direta, rapazes! Mas se vocês tem um pouquinho de dignidade, vão admitir que realmente o negócio tá feio!
Não que neste momento eu esteja muito preocupada com isso, afinal, o defunto nem esfriou ainda e as lágrimas nem acabaram, mas o que eu poderia pensar em um sábado à noite, certo? Eu acho até melhor ficar pensando em reclamar das próximas cantadas, dos próximos homens sem-noção, das próximas baladas-fracasso do que ficar me lamentando por ter acabado mais um relacionamento de forma tão inexplicável e rápida. É melhor pro meu ego e pra minha saúde mental também.
Isso é uma reclamação formal. Tenho 23 anos e nenhuma perspectiva de felicidade amorosa. Afinal, acho que vou adotar duas crianças e ir morar sozinha. Não preciso casar pra ter uma família, certo? Talvez seja melhor eu me poupar de mais uma lenga-lenga que provavelmente vai acabar em nada, mais uma vez.
O que aconteceu? Sabe que nem eu e provavelmente nem ele sabemos explicar? Só sei que alguma coisa de ruim no universo caiu sobre nosso relacionamento e nos jogou right back to the game. The lame game. O jogo que eu já estava - e ainda estou! - cansada de jogar, como muito bem colocado pela Ivy no último post.
É estranho ter tantos convites pra sair no sábado à noite, mas ainda não ter conseguido aceitar a idéia de que serei obrigada a aguentar a péssima qualidade dos homens out there, novamente. Desculpe a ofensa direta, rapazes! Mas se vocês tem um pouquinho de dignidade, vão admitir que realmente o negócio tá feio!
Não que neste momento eu esteja muito preocupada com isso, afinal, o defunto nem esfriou ainda e as lágrimas nem acabaram, mas o que eu poderia pensar em um sábado à noite, certo? Eu acho até melhor ficar pensando em reclamar das próximas cantadas, dos próximos homens sem-noção, das próximas baladas-fracasso do que ficar me lamentando por ter acabado mais um relacionamento de forma tão inexplicável e rápida. É melhor pro meu ego e pra minha saúde mental também.
Isso é uma reclamação formal. Tenho 23 anos e nenhuma perspectiva de felicidade amorosa. Afinal, acho que vou adotar duas crianças e ir morar sozinha. Não preciso casar pra ter uma família, certo? Talvez seja melhor eu me poupar de mais uma lenga-lenga que provavelmente vai acabar em nada, mais uma vez.
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quinta-feira, 8 de abril de 2010
Quando se ferrar na balada cansa.

Todo mundo sabe que eu já cansei antes,pendurei as chuteiras, fell in love, quebrei minha cara, e me joguei com força de novo na balada. Maaaaaaas, depois de sentir aquele gostinho bom de ter alguém, nenhuma balada é mais a mesma...
Curti demais minha fossa:fui à praia e voltei, bebi todas, começei a fazer aula de dança, saí incansavelmente com minhas meninas e sozinha. Até aí tudo bem, o principal objetivo era esquecer o banana lá que me deixou com cara de pastel. Analogia gastronômicas a parte, depois que finalmente senti o coração mais leve, aquele lance de ir pra balada todo santo final de semana não exatamente perdeu a graça, mas deu um cansaaaaaço. Sabe como é?Eu explico.
Cansaço de gastar um monte de dinheiros valisosos numa festa ou boatchy supertudo pra suar a peruca ao som de músicas duvidosas, ouvir xavecos de gajos underage, degustar drinks superfaturados e nem conseguir realmente confraternizar com as amighas. Aí não dá, né nêga?
O que eu fiz? Eu te respondo também, gata... Comecei a trocar as superfestas bombantes por reuniões etílicas ou não - bem mais raras, claro - com meus amigos. Ô coisa mais legal e maaais em conta! E vocês não acreditam as histórias que saem dessas noitadas à 6, 7 pessoas...
Então fica a dica pra vocês que também cansaram a beleza e de fazer carão pra um monte de gente desconhecida ver e botar defeito: reuna os poucos e bons e quem sabe uns agregados, compra umas caixinhas e uns salgadinhos, leva um twister, música ao gosto de todos e tã-nan!!!Tá pronta uma festona muito doida!hehehe
Obs: É claro que isso é every now and then, só pra descansar do desgaste emocional e físico que é cair na noitada - mesmo em Brasília.
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