domingo, 31 de maio de 2009

Recalcagem total!


Recalque

re.cal.que

sm (der regressiva de recalcar) 1 Ato ou efeito de recalcar; recalcamento. 2 Constr Rebaixamento da parede ou da terra depois de pronta a obra. 3 Psicol Exclusão inconsciente, do campo da consciência, de certas idéias, sentimentos e desejos que o indivíduo não quisera admitir e que todavia continuam a fazer parte de sua vida psíquica, podendo dar origem a graves distúrbios.

Hoje começo esse post com esta definição. Tem coisa mais engraçada que pessoa recalcada? É muito divertido ver alguém desdenhando de um outro alguém por mero despeito ou melhor dizendo: recalque.

Adorei a parte da definição, a Psicol claro, “... e que todavia continuam a fazer parte de sua vida psíquica, podendo dar origem a graves distúrbios.” Recalque é um troço chato pra quem tem, divertido pra quem assiste e uma verdade pra maioria das pessoas. E cuidado, poder ser grave!

Todo mundo é recalcado de alguma maneira com alguma coisa, seja o seu ex- que super arranjou uma namorada super gata, seu colega de trabalho que é sempre muito elogiado pelo chefe, enfim coisas banais que acabam fazendo valer aquele belo ditado popular:

Quem desdenha quer comprar.

Esse é meu ditado preferido, porque é aí que as pessoas realmente se mostram. Eu já fui muito recalcada (e ainda tenho por um certo gajo), mas aprendi a admitir quando alguém balança as minhas estruturas (nada sólidas, pra ser sincera). Esse fim de semana, sábado para ser mais exata, foi marcado por um recalque danado. Como meus caros leitores sabem, a Loira foi acometida de uma desilusão neste inicio de ano e ao saber que a tal desilusão se encontraria num churrasco universitário tão desejado e esperado ficou completamente instável. Eis que as estruturas foram balançadas.

O querer e o não querer gritavam fora e dentro de mim, o recalque era exacerbado “Pra que eu to preocupada com ele? Mil engenheiros e ele neeeem é bonito!”. Eu repetia pra mim e pras minhas colegas de blog. Passei mal, literalmente, quando numa ligação me avisam que ele está na porta com os amigos. Eu não tinha mais estruturas.

Vê-lo novamente com uma outra ou poder fazer o tal flashback me afligiam a mente, alma e coração. Queria tanto aquela pessoa pra mim, mas o nosso passado nos condenava e entrar nessa de novo não era uma boa idéia (pra mim).

Em meio a esse furacão emocional fui devidamente tomada por braços fortes de um futuro advogado (nem foi engenheiro como eu previa ^^’) que me fez esquecer por um tempo. Eis que o meu recalque acaba e de um outro alguém começa. Como passei um tempo longe das minhas meninas e nos braços do jovem rapaz - eu mencionei que ele sabe usar uma arma?. Outra cena de recalque se desenrolava.

Digamos que um certo ex- havia bebido além da conta (a verdade seja dita, fraqueeeeenho pra bebida o rapaz) e começou atacar uma cara colega nossa de blog, ou seja, ex- de uma das melhores amigas xavecando uma das melhores amigas da ex-, sacou? Cena impagável.

__ A gente tem aula segunda junto, Filomeno! Você vai morrer de vergonha disso tudo.
__ Que nada!A gente sempre teve um feeling! E eu sou solteiro.
__ Hahaha ok! Tchau!

Dizem ainda que ele resolveu difamar a ex- gritando coisas sobre ela e sobre o rapaz que a acompanhava. Recaaaaalque danado. Foi até o carro da ex- onde estavam todas as amigas e seguiu dizendo asneiras sem sentido.

__ Esse cara nem toma banho! Eu pelo menos tomo banho! E eu sou solteiro.
__ Hahahaha ok! Tchau, Filomeno!


Enquanto meu recalque foi a minha agonia o de Filomeno foi a minha/nossa diversão. Recalcados do Brasil, conscientizemos nosso desejo reprimido, sejamos felizes e proporcionemos um pouco de comédia a vida alheia!

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Papo sujo


Como o primeiro post sobre sexo bombou aqui no blog, estou de volta – eu, a Loira – com mais um tema safadeeeeeeeenho. A votação ainda tá rolando aqui do lado direito e por favoooor, participem! E se é para felicidade geral da nação digo que os meus hotposts estarão aqui todas as quartas-feiras. =)

*A priori a coluna é minha, mas isso é totalmente estendível às minhas caras colegas de blog.


Apesar do escândalo macholino aí nos comentários sobre a questão da boquetagem, hoje o papo é um papo sujo: Dirty Talk!

Dizem que as mulheres não são nada fãs dessa prática, mas a verdade é que o tabu é maior que qualquer outra coisa. Nós fomos criadas para ter a primeira vez especial, com um cara que a gente goste e que na maioria dos casos são nossos namorados.

Querendo ou não grande parte das mulheres não faz sexo casual, fato que ocorre - uma vez ou outra - e, mesmo assim, quando a moça já está pegando o cara há algum tempo e almeja um namoro. Se as coisas são assim imagina como é para uma mulher dizer: mete sua pica grossa na minha b*ceta.

Se você é um homem safadeeenho e curte essa conversinha imoral ao pé do ouvido vou tentar mostrar como fazê-lo sem que a gatinha se ofenda ou caia na gargalhada.

1º passo – Durante a bebericagem marota pra ganhar a gata-garota não despeje um “Quero chupar sua b*ceta” na cara da moça, ela se chocará. Lembre-se: não fomos criadas para isso!

Seja sutil, diga que gostou da roupa porque valoriza uma parte específica do corpo dela.

Et le jeu commence...

2º passo – Feita a introdução da putaria-falada, espere o momento certo. Nada de dizer qualquer safadeza que seja longe da menina. Dirty talk é pra ser feita pertinho, no ouvido, de preferência seguida de uma mordida na orelha. Ui!

Chegando no carro, durante a pegação, comece a falar as tais sacanagens leves: “Você é muito gostosa” “Vontade de te apertar”...

Coisas leves, afinal de contas não estou narrando uma estratégia para casais que namoram e são íntimos.

Et le jeu augmente...

3º passo – Sintonia e intimidade, não tem como começar um papo sujo sem sentir que a menina se sente a vontade com a sua companhia. Se isso não houver, se você sentir que ela não tá lá super topando tudo que você propor, deixando você tomar as rédeas do momento NÃO FALE.

Pega mal, gajos! E isso é um fato incontestável. A gente não curte esse lance todo se não houver sintonia. Mas, se a moça responder aos estímulos ou até mesmo começá-los, se joga, garoto!

Et le jeu pornographique est là...

4º passo – Nunca, jamás, mai diga “Bato p*nheta pensando em você”, “Sua xana molhadinha é uma delícia” ou qualquer coisa do gênero depois do sexo. O momento e o feeling já passaram, a menina só quer ser abraçada ou ficar do ladinho conversando.

Et le jeu avec ta bite...

Enfim, meninos e meninas do meu Brasil varonil, dirty talk é muito pessoal. Há quem goste e quem odeie. Sei de Cafas que acreditam que sexo deve ser feito e não falado.

Para mim sexo deve ser bem feito e falado. Mas é necessário envolvimento, um tesão no Olimpo, as duas partes devem estar em sintonia. Certos caras, com certos instrumentos, em certos lugares e com a excitação certa pede um “Me enfia gostoso”.

Lembrete importante, gajos! Chamar a gata-garota de vadia, puta, safada e sinônimos não é legal mesmo! Isso é coisa de casal de namorados que tem uma puta afinidade e uma cama pegando fogo.

Meu conselho é: sente a vibe, caso contrario sii zito che ci sarà meglio.


Beijos and have a good sex

;)

____________________________

E você? Curte falar durante o sexo?

Para ler ouvindo: Yelle - Ce jeu

terça-feira, 26 de maio de 2009

Commitment issues

Eu sei que vocês todos adoraram o post de sexo e que ele dá muito mais ibope do que nossas incessantes posts sobre reclamações em relação ao sexo oposto, mas eu não tenho a habilidade da nossa Loira pra falar de tal assunto, por isso o post de hoje é sobre um assunto muito comunmente em pauta: COMPROMISSO.

É de conhecimento geral que os homens são 8 e as mulheres são 80. Digo, os homens querem de menos e as mulheres querem demais. Por que será que 99% dos homens tremem na base quando começam a ficar fixo com uma garota, e de repente percebem que aquilo está indo "longe demais"? Por que eles tem medo de que os outros comecem a pensar que eles estão namorando oficialmente e tem necessidade de fugir - a sumida sagaz que todas nós mulheres já tivemos em nossas vidas - como o diabo foge da cruz?

Esperem, caros leitores, não serei injusta com o outro lado da moeda! Por que será que 99% das mulheres, quando começam a ficar fixo com um cara, já começam a imaginar o dia do casamento e se os sobrenomes deles combinam? Por que será que espantamos os aparentemente candidatos em potencial com nossas perguntas abarrotadas de cobrança?

Talvez se todos nós fossêmos capaz de deixar as coisas fluirem naturalmente, os homens não teriam a irritante mania de desaparecer e as mulheres não teriam o incansável hábito de cobrar atitudes ligeiras, toda a baboseira em volta de relacionamentos seria bem menos complicada. Então, esse é o desafio: deixar que a vida diga onde é que estamos indo. Não se acovardar e nem forçar a barra!

domingo, 24 de maio de 2009

Is it big enough?


Dia desses conversando com um amigo no ônibus indo pra casa, falávamos sobre filmes pornôs japoneses, próteses de silicone para pênis mais desafortunados e afins... Tudo muito hilário pra uma viagem bausística. Daí entramos num nicho bastante perturbador para os homens (e talvez para as mulheres): Tamanho é documento?

A priori tamanho não é documento, visto que o canal vaginal possui de 8 a 16 cm e que ele vai se alongar e se adaptar ao tamanho do pênis do garotão.

Já os garotões possuem o tamanho dos mini-them variando entre 5 a 10 cm tristinhos e chegando a ganhar de 2 a 5 cm quando estão d*ros feito uma rocha. O que nos dá uma média de 12,5 a 17,5 cm.

Seria uma bela estatística, não? É... mas a vida não é um mar cor de rosa...

De fato o garotão não precisa ter um bigboy para nos satisfazer, todo o lance de penetração profunda, blábláblá e não-sei-mais-o-quê-de-me-mete-fundo é na verdade uma balela. Não adianta ter um brutamontes lá embaixo se o garotão não souber o que fazer com ele, existem homens que com muito menos nos levam até as nuvens enquanto certos brutamontes nos deixam com dores por ter forçado a barra e chegado na sensível parede do útero.

Outro ponto importante, oral! Meninas, sejamos sinceras para com nossos garotões, fazer oral é meio boring, né? Claaaaro que isso não é uma regra, com o cara certo isso pode ser beeeeem divertido. Mas imaginem vocês, caros leitores, a gente com aquele monstro na boca, tendo que nos movimentar em sentido vertical, cuidando para não dentar vocês, cuidando daquela maldita pele (bem que todos os meninos podiam ser circuncidados, né?) e lembrando das bolas, de virilha e de olhar pro cara (sim, a gente sabe que vocês adoram que a gente olhe com “aquela” cara no momento do ato). O fato é: pênis muito avantajados - vulgos piruzudos - são péssimos pra se fazer oral, cansa, ficamos sem ar, dá ânsia de vômito e ainda por cima não temos, na maioria das vezes (porque ninguém aqui é atriz pornô), o objetivo almejado.

Mas aí você me pergunta: Loira, mas a espessura? Importa?

Se importa?? SÓ importa, meu caro leitor, se o cara é taludo ele ganha pontos extraordinários e aí eu digo: tamanho é documento! Os pontos de prazer da mulher são muito mais externos que internos, logo um cara taludo ganha mais que um brutamontes, mulheres não tem orgasmos com um pau que se enfia onde não deve... E mais uma estatística, esta feita por mim conversando com as minhas girlfriends, garotões de pau fino são rechaçados e isso é fato.

Aquele cara que é comparável a uma mangueira (e não é a do bombeirão a qual me refiro...) em relação à espessura será devidamente zoado na roda das meninas, já os rapazes com coisas gigantes serão lembrados por “Ooook, isso é demais pra mim!” e devidamente zoados. Nada como rapazes na média, que sabem o que fazer e como fazer... mas isso já é assunto para outro post.
__________________________________

Temos uma enquete aí do lado direito perguntando se vocês gostariam de um post semanal sobre sexo e se vocês participariam enviando temas para serem abordados. Pariticipem!
beijos and have a good sex ;)

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Fazer ou não fazer: eis a questão

Conversando com uma amiga minha hoje, ela desabafou contando a situação super complicada em que se encontra.

Vejam só: há muito tempo ela está a fim de um cara. Desde a primeira vez que ela o viu, ficou encantada. Começaram a conversar com frequência, rolou um papo super maneiro. Começaram os olhares, as perguntas indiscretas e respostas reveladoras. A vontade de ficar com ele foi aumentando a cada dia, principalmente quando ele demonstrou interesse recíproco. Ela foi se empolgando, imaginando como seria o dia em que finalmente a ficada iria se concretizar.

Até aí, tudo perfeito né? Mas existe uma informação adicional...

Continuando:
papo vai, papo vem, esses dias, em meio a provocações, ela descobre que o gajo tem namorada...! E aí? Depois de todo o desenrolar da paquera, depois da criação de pequenas expectativas, depois do aumento gradual da vontade, ela descobre uma informação que pode mudar tudo. Obviamente, o cara é um safado. Ao ser indagado pelo motivo pelo qual não revelou o segredo antes, a resposta foi: "Você não perguntou!"

Claramente, o cara não tá muito aí pra tal namorada. E claramente achou conveniente não dizer que era comprometido, pelo menos até completar a transação, if you know what I mean. Acontece que a coitada está louca pra ficar com ele. Então, eis as opções:

a) Ficar com um cara comprometido, assumindo o papel de vilã por um dia
b) Adotar o conceito: "Eu sou solteira, posso fazer o que quiser, quem deve alguma coisa pra ela, é ele" e matar a vontade de ficar com o cara
c) Dar uma de João-sem-braço e fingir que não sabe que ele tem namorada
d) Lembrar do ditado "não faça com os outros o que você não quer que façam contigo" e lutar contra sua vontade de ficar com ele

Caro (a) leitor (a), você, o que faria no lugar de nossa heroína do cotidiano "amoroso"?

domingo, 17 de maio de 2009

Deusas do Olimpo

"Vocês duas estão... juntas... digo... vocês não gostam de homem?"
"Eu queria te pegar, mas você não quer me pegar, então vamo ficar conversando!"

Frases como essa e inclusive um tapa bem dado na bunda da nossa Funkeira - vulga Kérow - foram apenas percalços que encontramos na nossa noite de diva ontem.

Pensem em lugar lotado. Pensem em duas pessoas com o ego lá em cima. Pensem em um lugar onde nenhuma mulher era bonita o suficiente para fazer frente conosco. Então, foi aquele tal de Poizé ontem. Adentramos o recinto já na confiança, e sem sacanagem: ahazamos! Sabe quando você passa e todo mundo pára de conversar pra te ver passar? Não sei porque, mas ontem eu e Kérow estávamos transmitindo essa vibe.

Quando saímos, geralmente levamos muitas cantadas, mas ontem dava pra colecionar! Muitaaaas investidas, mas era nosso dia de escolher. Ao que eu escolhi o "menino de cinza" e fim de papo. Foi ele que ganhei. Ao que Funkeira mor escolheu apenas ganhar uma lap dance do tequileiro e no final preferiu ficar com sua própria agradabilíssima companhia.

Que todo sábado fosse assim: com atmosfera de superstars e que todos os homens saibam que, para se chegar às deusas, tem que subir o Olimpo!

;)

domingo, 10 de maio de 2009

Saldo de uma balada alternativa

FDS-fadado-ao-fracasso em Brasília. NADA pra fazer. Mais uma vez o desespero da possibilidade de ficar sábado à noite em casa ia batendo. Mas estávamos numa boa vibe, dessa vez. Dispostas a qualquer coisa barata e com alguma chance de ser boa. Ficamos num impasse danado a tarde toda, Ruiva e Loira, até que resolvemos acompanhar Kérow em sua baladinha cult no UK Brasil. Chamamos a Bailarina e a Platinada deu as caras. O bonde estava formado.

Delírios no trânsito: faltavam 4 minutos pro fim da entrada VIP - somos professoras, Goddamn it! - e a Loira me faz o favor de errar o caminho do local. Mas as good vibes nos acompanhavam e chegamos, aos 47 do segundo tempo. Ruiva, Loira e Platinada. Kérow já estava lá dentro, mas a Bailarina... poor dancer! Teve que desembolsar milhões de réis para entrar porque tinha esquecido a carteira de estudante - by the way, que merda de regrinha é essa?? - e já entrou na vibe "putaquepariu"! Porém, nada que uma cervejinha não resolva.

A música era muito boa! O ambiente cool...! Público bizarrinho, por outro lado. Tiozões e tiazonas, alternativos, homossexuais empolgados, sem muitos atrativos...

Confesso que fui ficando agoniada e cogitei cair pra pista de funk mais próxima, porém o fato de a Bailarina ter pagado tão caro pra entrar me convenceu a dar uma chance à balada alternativa...!

Vamos às bizarrices masculinas da noite:

1 - Um japonês me cantou loucamente. Claro que eu disse não. Um já basta! Estou transmitindo algum tipo de magnetismo para a comunidade nipônica?

2 - Fiquei com um cearense MUITO DOIDO. Junte-se ao fato de que ele havia consumido 3 copos de whisky e pronto. Do the math!

3 - Estávamos nós, Ruiva, Loira e Platinada, às 4:30 da manhã, a caminho do batmóvel, quando um carro passa por nós, pára e dá ré. Estávamos com uma mão já no sapato pra tirar o salto e correr, quando dois rapazes perguntam se queremos escolta. Eles nos escoltaram até o carro. De ré. Perguntaram se estávamos no UK. Nos cantaram. Ofereceram escolta até nossas humildes residências. Simplesmente non-sense!

Depois dessa, só nos restava parar no drive-thru mais próximo e preencher o estoque de carboidratos de nossos corpitchos. Damn...!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Conquistando território

Há mais ou menos um mês atrás, eu comentei com a Loira que na academia onde malho tem um professor que eu acho tão gato que eu tinha vergonha até de olhar para ele. Eu nunca cumprimentava, nem sorria, por pura vergonha. Ele devia me achar muito metida!

Até que o futebol nos uniu. Embora eu seja cruzeirense roxa e ele atleticano - arquivais, para os leigos (as) - este foi o assunto que iniciou nossa paquera sutil. Um dia fui malhar vestindo a camisa do meu time, ele resolveu me provocar e por aí foi... Há uma semana estamos flertando, nos conhecendo - tudo na sutileza. Por exemplo, o uso de frases do tipo: "Eu tenho 25 anos e você tem 22 né... aí...!" ou "Se você vier tomar sol semana que vem eu fico um pouco com você... se você não se importar, é claro...!" ou "Ah, então você foi pra Londres namorando... e você ainda namora?!"

Pois é. Observando o comportamento do Mr. Personal Trainer - let's put this way - comecei a refletir sobre a preparação do terreno. Achando que só eu fico em casa pensando em mil maneiras de puxar assunto com ele. Achando que isso é inerente à natureza feminina. Achando que um cara como esse não precisa disso. Mas não é que eles fazem o mesmo?

Percebo que às vezes ele fica me rondando enquanto eu estou puxando algum peso, olha, conversa com o aluno do lado, de repente ele chega out of nowhere e diz: "Mas você tem parentes em BH?" - isso por eu ser cruzeirense -, o que às vezes até me surpreende e eu tenho que caçar no meu banco de dados pessoal, uma razão para tal pergunta. E é claro que eu aproveito a deixa para esticar o assunto, mas é legal perceber que não sou a única preocupada em manter o contato direto.

Alguns gestos também podem ser observados aqui. O modo como ele faz questão de olhar ou nos meus olhos ou para minha boca enquanto falo. O modo como ele gosta de pegar no meu ombro - como se fizesse uma massagem - ou como faz questão de sempre pegar na minha mão e sorrir quando estou indo embora.

Aous poucos reconhecendo o território, checando as possibilidades e dificuldades. O jogo da conquista. Sempre batalhado dia após dia. Será que essa guerra terminará com a vitória dos interessados?

domingo, 3 de maio de 2009

Meu Pacote exclusivo

Recebi esse Pacote exclusivo no meu local preferido (depois da saudosa Tash) numa noite de surrealidades mil. Conversamos na língua mais caliente de todas, discutimos coisas do futuro e otras cositas más... Mentimos um pouco, é verdade! Mas foi uma noite bem verdadeira!

Comecei a receber SMS durante a tarde, ligações que me pregavam peças sobre processos contra a minha pobre pessoa, tudo uma graça, um verdadeiro docinho. Mas a Loira estava fechada e magoada, além de uma monografia sobre o Maupassant gigantesca para entregar em 15 dias, eram muitas coisas para uma humilde universitária.

Acabei deixando o gajo de lado...

Meses depois ele reaparece, meu Pacote volta, com a sua delicadeza e elogios tão únicos. Ele é diferente do restante. Sempre tive essa certeza. Num almoço no meio da semana, era terça-feira, chovia demais e eu estava com o pior look que se possa imaginar.

Buscou a Loira no seu habitat natural, vulgo UnB, depois como um cavalheiro que é abriu a porta do carro para Loira ^^’. Conversa agradável e tranqüila. Almoço melhor ainda. Pagou a conta e finalizou com um beijo. Quer coisa melhor??? Pois tem: virou fã do blog!

O gajo assinou o nosso feed e nos lê com freqüência. Amei. Achei tão shooshoo essa coisa de querer me ler...

Ledo engano. O rapaz me questionava porque ele não aparecia no blog. Me questionava sobre “meus” outros gajos. Sentia ciúmes. Me punia. A Loirinha nunca colocou muita fé nessa pseudo-ciumeira do gajo, pois não havia motivo. Ele é diferente dos outros, mas de um jeito bom. Para que expô-lo no blog?

Eis que chegou o momento. To expondo meu Pacote.

Ele é um dos 20e muitos anos. Cada qual com a sua especificidade. Ele tem a de ser extremamente educado e polido. Shooshoo. Mas que me cobra algo que não poderia e nem deveria cobrar. Me pune. Coisa feeeeeia! Se ele soubesse (talvez) dos detalhes (talvez) não o faria.

Esse post é devidamente dedicado ao meu querido, um dos poucos homens que vale a pena nessa Brasília de meu Deus, além de ser um tchutchuco! Que tem que parar de bobeira, assumir que a mocinha linda como ele diz o tem com apreço. Meu queriduxo, sempre.