sábado, 31 de janeiro de 2009

I aint that strong!

No começo, tudo são flores! Vx conhece um cara que eh super gente boa, te trata mto bem, dança como ninguém e tudo eh perfeito! Suddenly he's dating someone! Holly crap!

O mais estranho eh que ele, de forma alguma, perde o contato com você. Muito pelo contrário! Ele passa a te procurar. Te liga algumas vezes ao dia, te trata da forma mais carinhosa possível e imaginável, e vx naum entende bulhufas. Você, burramente, aceita um convite dele de sair num sábado a noite, um dia a namorada vai passar com a família. Sim! É possivel que oq você está imaginando tenha acontecido neste dia.

Você se sente a tal, sente pena pela namorada, afinal de contas, quem naum sai num sábado a noite com o namorado pra ficar com a familia?

Passado certo tempo, ela começa a desconfiar! São recados no orkut, ligações em momentos naum apropriados! Eu, sinceramente, desconfiaria fácil!

É mais um "vamos nos ver" e aí a imaginação corre solta! Até que no momento do "vamos nos ver", uma peça inesperada aparece: a legítima! Neste momento, você descobre que no, you are not that strong as you thought you were! Seeing the guy you want with someone else is not that easy! A sua noite acaba e tudo que você quer eh voltar pra casa!

Não! Eu naum estou disposta a esse tipo de situação! Não nasci para isso, mto menos fui criada para isto! Se for para sacrificar um "relacionamento", um amigo querido, para naum me machucar (ok, it has already happened, but I mean, get more hurt), I guess I have no choice!

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Celibato

Como pode uma mulher, na verdade uma menina de apenas 20 anos me dizer em plena sexta-feira a noite que desistiu dos homens, que ela sai com frequência, os caras chegam nela, mas ela simplesmente não está a fim de beijar... Sim, nem beijar mais a menina quer!!!

Abandonar o barco dos relacionamentos e entrar no barco do celibato é uma real opção? Claro que vivemos muitas decepções amorosas até os 20, mas suficientes para desistir de tentar achar o cara certo, esquecer do Mr. Right?

Sempre sou a favor de que um beijo bem dado alegra o dia de qualquer um. Claro que há dias que precisamos mais que um beijo e há dias em que precisamos apenas de um abraço confortante. Então, se seus beijos nos últimos tempos são uma droga, você não tem quem abraçar para se reconfortar a saída é se sentir o bastante, a seca é uma fase, é apenas corpo. Trocar os benefícios de um beijo (/relacionamento) por uma visão totalmente pessimista em função de decepções, não seria demais??

Ou não, ser feliz somente consigo. Auto-suficiência. Afinal temos outros prazeres na vida, comer um Big Mc, ler Vogue no meio da tarde, tomar sol com as amigas, fumar um cigarro... Não! Eu não acredito na auto-suficiência, isso é coisa para pessoas que tomam anti-depressivos e se refugiam para não admitirem que sentem falta de alguém para ligar no final do dia e dizer que sentiu falta.

Pois é... eu gosto de coisas casuais, mas ainda busco o meu alguém para dividir a minha banana split favorita no final da tarde no meio da semana...

O PAMONHA

Na série, espécies de homens, aqui vai o primeiro, identificado em abundância na fauna brasileira.

Em mais um capítulo da minha nada pacata vida, fui ao forró ontem, mais uma vez. Casa cheia, mais mulher que homem, ainda assim, eu, carregando todo o positivimos do livro "O Segredo", pensei que ali poderia ser a oportunidade perfeita de passar para a última etapa da FOSSA: ficar com outro alguém.

Me foram apresentados dois candidatos em potencial. Chamemos o primeiro de Mr. Beautiful Smile e o outro, não encontro pseudônimo melhor que Mr. Slow. Logo após o dois beijinhos de praxe, Mr. Slow diz: "Você parece com a namorada do meu primo!". Ao qual eu respondo: "Isso é bom ou ruim?". Ele logo se enrola com uma frase maior que "ah...", que ele provavelmente achava que eu ia dizer e fala: "Ah... hmmm... sei lá, acho que é bom, ela é muito gente fina!"

Fui dar uma volta na busca por alguém pra dançar e alguns minutos depois, os dois se reaproximam. Mr. Slow me puxa pra dançar e logo ali descubro qual dos dois vai me ajudar a afogar as mágoas. O mancebo segurou minha cintura com firmeza, colou seu corpo no meu e me levou bailando para um lugar parecido com o paraíso, onde eu podia fechar os olhos sem medo de cair. Dancei também com Mr. Beautiful Smile que apesar de mais forte e musculoso, não tinha algo essencial: A PEGADA.

Mr. Slow e eu conversamos e forrozeamos a noite toda, e não demorou para eu identificar sinais estranhos. O primeiro sinal que me chamou atenção, foi a excessiva preocupação dele com o próprio suor. Se eu não estava incomodada, por que ele deveria estar: E o mais estranho, é que ele não suava tanto assim, suava normal! Nem "pizza" debaixo do braço tinha! Acho que ainda não estou preparada para lidar com esse negócio de metrosexualidade!

Daí então, todos da nossa "rodinha" começaram a perceber que tava rolando um clima entre nós dois. Alguns até jogavam umas indiretas em forma de piada, mas nada acontecia. Até que de repente, ele começou a perder seus pontos gradativamente. Conversa vai, conversa bem, ele disse com todas as palavras, como quem manda uma mensagem subliminar: "Eu não chego em ninguém. Se uma garota quer me beijar, ela tem que pedir." Eu achei até que tinha ouvido errado, disse: "Como é que é?! VocÊ tá bricando comigo né?!" E ele: "Não, é isso mesmo." Daí eu, já broxada, soltei uma gargalhada e disse: "Ai ai ai... é cada uma que me aparece, viu!"

Porém, do alto da minha compaixão e carência, resolvi mostrar para ele que não precisava ter medo de levar um toco. Ao dançarmos, deslizava minha mão pelo pescoço e costas dele, ao que ele respondia com agarradas na minha cintura e diversos "Vem cá, minha nega" com fungadas no cangote, dando sinais de que estava gostando dos meus moves, mas agir mesmo que é bom, nada.

The last straw
- vulgo fim da picada - foi quando eu e minhas amigas falávamos mal de um amigo que era muito devagar, e Mr. Slow se vira pra mim e diz: "Eu também sou muito devagar... né?!" Daí eu só arregalei os olhos como quem diz: "Né!!" e saí. Depois, ouvi dizer que Mr. Beautiful Smile disse para minha amiga que "se eu desse abertura", Mr. Slow chegava em mim. Agora, me digam, que outro tipo de abertura ele esperava?! A literal?! Oraaaa, faça-me o favor!!!

ABAIXO OS HOMENS PAMONHA!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Porque pertubar o defunto

Cheguei em casa ontem, não bêbada, não rica, não satisfeita, enfim, não tudo. Dai resolvi dormir devido ao horário e por causa do trampo de manhã cedo. O que me acontece? Sonho com o defunto. Porque esse tipo de coisa acontece sempre quando a gente menos espera e dá uma espetadinha na ferida que acaba arrancando sangue e dói pra burro?

Eu já tinha enterrado o dito cujo e já satisfeita com a minha decisão já tinha seguido em frente. Mas porque esse tipo de coisa acontece sempre quando a gente tá bem pra dar uma afundadinha na lama e começar a ficar depressivo quando se assumia que o pior já tinha passado e a superação aconteceu de modo maravilhoso? Achava que o tinha superado e achava que tinha ME superado e prometi que não ia mais pensar nisso, porque afinal de contas um babaca é um babaca, mas um babaca por 5 anos e meio é um babaca FELADUMAPUTA de tão escroto.

Não merece consideração e isso e aquilo tudo. EU SEI. Mas não nego que significou muita coisa e eu estaria sendo injusta se dissesse que não. Acontece que tudo aquilo significou MAIS pra mim do que pro fidasunha que, sendo considerado da mentalidade que a idade exigia, se portava de forma MARAVILHOSA para uma pessoa que não tinha mais de 16 anos. O tempo passou tanto pra mim quanto pro beltrano lá, e é esperado que as pessoas sofram um desenvolvimento natural e a ÚNICA cosia que se desenvolveu ali foi a idiotice e o tamanho da barriga de tanto subway e cerveja, não da minha parte, não gasto meu dinheiro assim.

Mas e aih? Acordei péssima com aquela dorzinha no coração e estou prestes a encarar o maravilhoso mundo REI LEÃO e nem se quer estou mais entusiasmada com isso agora. Como é que um SONHO quebra as expectativas de mais de um ano? Espero esquecer e realmente superar isso da forma mais rápida possível.

Piores virão e melhores também, mas garanto que acordarei MAIS cedo desta vez.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Terapia das horas

As vezes me peguei pensando sobre o quão estranho pode ser trabalhar considerando o estado de espírito. As horas passam devagar ou mais rápido até xingarmos o fato de que os minutos não ajudam nada a melhorar. Até mesmo quando passam rápido demais e xingamos novamente pelo fato de que não queremos ir embora e voltar a mesmice de sempre das nossas hollow vidinhas.

O relógio passa rápido quando a utilidade vem a calhar. Nos sentimos úteis sim quando vemos que o trabalho foi bem feito e valeu a pena todo aquele esforço. Tempo para pensar aqui é inexistente e somente obedecemos ordens, cumprimos, suamos, deveres feitos e obrigações em dia. O salário sempre é um tópico a ser discutido pelo muito esforço e pouca compensação mas o fato é que sempre estamso aprendendo coisas e dando valor a cada centavinho do suor.

O pior acontece na hora de chegar em casa e sentar no sofá pra " relaxar". Ai sim o cansaço é sentido com força e aquele pré-projeto imenso para um mês que ainda não saiu do mundo das idéias e as duas traduções atrasadas VÃO continuar atrasadas por que msn, orkut ou BBB nos esperam.

Do outro lado as horas que não andam somente tornam piores as dores de um traído, de um deixado para trás ou de um ansioso. O traído conta os minutos por uma ligação, assim como tambem o deixado para trás, o trabalho não rende e a terapia das horas vai por água abaixo. Os minutos passam na velocidade do avanço dos continentes e xingamentos são criados a cada momento em que se pensa no fulano cuja mãe foi mandada para lugares diversos.

O ansioso é sempre o pior deles. NADA funciona, tudo dá errado e tudo tem que ser feito com lerdeza para dar tempo ao tempo. "Não vou olhar para o relógio por um tempão..." QUEM nunca fez isso ? E nos damos conta que os 4 minutos foram uma eternidade para quem espera. E quando a hora de clock out chega para depois nos encontramos com alguem mais CAMA do que tradução e banho, ou as SEX and the CITY para mais uma sessão choradeira ou até mesmo aquela pilha da facul atrasada. É simplesmente ÓTIMO sair do trabalho quando tem algo ou alguém dependendo ou esperando por você.


Como minha sábia mãe diz, resumindo, o tempo é relativo dependendo de que lado da porta do banheiro você está.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Amizade e o sexo

Quando um amigo deixa de ser um amigo e se torna um peguete em potêncial? Qual a linha que divide a amizade da pegação? Não é a primeira vez que passo por isso e também é comum homens dizerem que sempre pegariam as suas amigas (as gatas, é claro!), que não há essa coisa de preservar a amizade, se houver a oportunidade eles vão querer pegar.

Transformar um amigo num peguete pode ser excessivamente perigoso, explico. Número um, o beijo pode ser um desastre e ser totalmente estranho para ambos. Número dois, o beijo pode ser maravilhoso e a amizade sumir pela atração, ou seja, você perdeu um amigo e ganhou um peguete, o último é bem mais de fácil perder que primeiro. Número três, se a situação não for previamente definida (pegação ou relação) alguém provavelmente vai se ferir na história, afinal são amigos se envolvendo sexualmente(/amorosamente), o envolvimento de afeto já existe. Número quatro, a amizade jamais será a mesma com ou sem parte ferida.

Quando essa cena me apareceu novamente pensei que não seria capaz de resistir (como não fui no passado), ele é um amigo querido, gente fina, temos inúmeras afinidades, ele é carinhoso e tem um perfume ótimo! Mas aí me dei conta: se a gente atravessar a linha tudo isso que eu acho encantador nele será um motivo de neura-feminina-pós-pegação-com-cara-legal... sim, pois todas temos essa coisa de pensar no que o cara achou de nós depois da pegação. Será que ele se divertiu comigo? Será que ele vai aparecer? Será que ele gostou tanto do beijo quanto eu? Será que ele viu minha celulite na perna?

Outro ponto crucial da amizade colorida: ficar com alguém que se conhece bem. O jogo de sedução não existe. O cara me viu chorar o ex- traumático durante meses, me viu amaldiçoar o mau-elemento por horas, conversamos sobre sexo (sem ficarmos excitados) durante um sorvete a tarde, ele me conta a primeira vez dele, eu conto a minha, falamos de relacionamentos passados e rimos de tudo. Não há o que esconder, afinal somos amigos. Defeitos completamente escancarados.

Decidi por não fazê-lo. A última investida me traz dores de cabeça até hoje, partes feridas, magoadas e até mesmo enganadas. Ele deve ter saído daqui sem entender nada, trocamos carinhos, conversamos ao pé do ouvido, abraços, beijos no cangote e xêro. Começar uma não-relação com alguém que se tem uma já relação. Impossível. Se houvesse uma atração fatal... mas aí não teriamos jamais sido amigos antes de tudo.

A fossa

Eis uma fase da vida que vai e volta e nós mulheres vivemos muito intensamente, pois é, comprovadamente, a única maneira de superar a passagem de mais um ser do sexo masculino em nossas vidas. Já que estou vivendo pela milhonésima vez esta situação, resolvi parar pra analisar as etapas desse processo doloroso, porém necessário e inevitável.

A primeira coisa que fazemos são perguntas. Geralmente elas começam com "por que" e vêm seguida de uma negação. Ex.: "Por que, meu Deus?! Por que isso tá acontecendo comigo?! Eu não acredito que ele fez isso comigo, não é possível!".

Logo vem o combustível mor: as lágrimas. São tantas, tantas, que você até põe músicas românticas para ajudá-las a sair com mais facilidade e velocidade ainda, na esperança de elas acabarem de uma vez! Você começa ouvindo um James Morrison, passa pelo James Blunt, chega na Laura Pausini, escuta músicas que lembrem o indíviduo - no meu caso bastante Engenheiros do Hawaii - e depois, quando você menos espera, seu dedo está clicando na música "Eternamente" do Belo. É a decadência. Derradeira!

Após esta etapa, você está pronta para a parte divertida da coisa. Começa a xingá-lo de todos os palavrões possíveis - no caso de qualquer uma das meninas deste blog, em mais de uma língua! - e também a amaldiçoá-lo. Eu e Babi temos um acordo: toda vez que um homem sacaneia a gente, amaldiçoamos o dito cujo com 15 anos sem sexo. Entre outras coisas que é melhor não divulgar, se não acaba que não se transforma em realidade! É melhor não mexer com essas coisas!

Depois você começa a se torturar, imaginando o que você fez de errado e até levantando o falso testemunho de que você sempre escolhe o homem errado. Falso testemunho sim, porque como somos adeptas do clichê "todos os homens são iguais" e também fãs das meninas que afirmaram que "todo homem é palhaço", não adianta que homem você escolher, ele será errado!

Após isso, você tenta recuperar o último visgo de auto-estima que lhe resta. Repete incessantemente frases do tipo "ele que perdeu", "ele ainda vai se arrepender de ter largado alguém como eu" ou "não sei o que ele vai fazer sem mim".

E então, a penúltima etapa da fossa: o planejamento da vingança. Ah, não me vem com essa conversa que você não faz isso não, tá?! Duvido que pelo menos um "Da próxima vez que ele me ver, eu vou estar tão linda que ele vai morrer pra ficar comigo e eu vou dar um belo de um toco nele!!", você não pense!

Finalmente, atingimos o finalzinho dessa fase de nossas vidas, onde saímos por aí, em baladas, dançando piriguetemente, bebendo loucamente e tendo relações vazias, pegações fortes, distribuindo telefones errados e achando que estamos por cima da carne seca, para pelo menos recuperarmos a força até a próxima tombada com o próximo homem a nos sacanear e nos trazer de volta à estaca zero...

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

The Cheating Curve

Trair ou não trair? Eis a questão. Para homens e mulheres o conceito de traição varia em espaço e tempo. Há quem diga que a traição só existe de fato quando deflagrada. Há quem diga que só o fato de pensar em estar com outro alguém já é trair, a tal traição em pensamento.

Para maioria dos homens só se trai quando existe um relacionamento oficialmente monogâmico, ou seja, namorar ou casar. Caso contrário até mesmo a pseudo-fidelidade até o final de um encontro pode ser muito bem burlada e não ser vista como infidelidade. O sexo oposto (masculino) costuma pensar com a cabeça de baixo com isso a traição, em geral, é dada por excesso de testosterona e não passa de uma volúpia passageira. Às vezes nem sempre...

Já no campo feminino tudo se desenvolve diferente, para as mulheres a traição envolve sentimento, sempre! Tanto quando nós traímos, tanto quando somos traídas. É difícil encontrar uma mulher, por mais “moderninha” ou “cachorra” que seja, que traia sem estar emocionalmente envolvida. Em linhas gerais, as mulheres traem quando seu cara não dá a assistência devida e aí abre para a concorrência.

Mas e quando somos traídas?? Ou melhor: quando somos, de fato, traídas?? Esse fim de semana foi marcado por essa cheating curve (Carrie sempre me inspira!!!), vimos os dois lados dessa moeda. Afinal, tradução e traição têm tudo a ver. De um lado, a traída. Do outro, a traidora.

A traída, não possuía um laço oficial com o mau-elemento, mas estava totalmente sentimentalmente envolvida com o tipo, ele era o príncipe e virou o sapo. Considerando o tempo de “relacionamento”, as apresentações feitas, a visita uma hora antes do encontro e a doçura com que o mau-elemento a tratava o quadro era claro: traição! Foi pego no flagra, ao início disfarçou, mas depois deixou seu lado de mais filhadaputagem surgir e mostrou para quem quisesse ver.

A traidora, passava mal ao ver seu mau-elemento2, a química era enorme e o desejo também, mas ele possuía um envolvimento oficialmente monogâmico. Ela tinha sido abordada em sua página na web pela oficial e decidira dar um basta, pois ele estava sendo como todos os homens: filho-da-puta, com ela e com a outra (ou seria a oficial?). Quadro final: traição!

Afinal de contas – os homens traem seja num relacionamento denominado “pegação fixa”, seja num oficialmente monogâmico. Mas porque o fazem? Apenas para aliviar o excesso de testosterona? Então porque não aliviar com as suas (quase-) oficiais? Ok, o cara não tem culpa de não estar gostando (da mesma maneira) da moça com a qual se envolveu (oficialmente ou não), oras porque não terminar com palavras?? É necessário fazer a mulher se sentir além de traída, um lixo. Não é porque somos mulheres e somos necessariamente complicadas e neuróticas, que precisamos ser tratadas como um buraco ou como um alguém implicante que não tem sentimentos.

Trair é uma falta de respeito quando existe alguém por quem você tem o menor apreço. Se puder evitar, evite-a. Se não puder, não a faça na cara da pessoa. Ninguém, homem ou mulher, merece ser tratado com tamanho desrespeito.

Trair ou não trair? Respeitar ou não respeitar? Eis a questão.

Filhi di putis sapiens

Ontem quando saímos pensamos estar indo rodopiar esses corpinhos flutuantes numa pista de forró, mas o que nós não sabíamos era que estávamos prestes a coletar muito material para os primeiros relatos deste novo blog. Empiricamente, descobrimos um homem, em seu habitat natural, exercitando uma atividade corriqueira e muito inerente à essa raça, ao qual demos o nome científico de filhadaputagem.

O processo se dá rapidamente, é uma transmutação genética. O homem passa do seu estado mais não-natural de príncipe encantado, para o mais natural de monstro da lagoa negra. Mexe com os sentimentos mais profundos da presa, mata os poucos anti-corpos desta e depois finaliza o golpe aparecendo com outra na sua frente. É a espécie mais cruel de sua raça.

Darwin estava certo com toda aquela baboseira de seleção natural. Ponto pra eles. Mas esse jogo ainda vai virar. Por que aqui se faz, aqui se paga.

Conclusões? Só uma: o menor homem filho da puta é dez vezes pior que a maior mulher filha da puta.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Nossa nova casa!

Meninas tradutoras,

Aqui estamos para inaugurar a nossa casa de fofocas, glamour, sucesso, experiências, homens, camas, tradução e banho.

Mostraremos que por detrás de lindos corpichos e sensualidade, escondemos personalidades fortes, geniosas e ÚNICAS.

Portanto, aqui colocaremos todas as frustrações, felicidades, tristezas, vitórias e derrotas, pois um dia seremos mais do que somente 5 tradutoras, seremos AS 5 TRADUTORAS.


Mostraremos, sim , que somos muito mais do que podem ver.