Tem coisa que se me contassem, eu não acreditaria. É só vendo mesmo!
Esse caso é uma dessas coisas que a gente só acredita quando presencia, porque afinal é tudo tão absurdo que você se recusa a acreditar.
Eu acho que toda mulher gosta de homem independente. Homem forte, decidido, que corra atrás do que quer, que seja determinado, dono do próprio nariz e que respeite sua família... Agora... uma coisa é respeitar a família, outra coisa é deixar que a família controle você. Mais especificamente a mãe.
Todos amamos nossas mães, claro. Mas hão de convir que mãe às vezes mais atrapalha do que ajuda. E com homem isso parece ser muito pior. Eu acho super válido pedir conselho e ouvir a opinião da sua mãe, mas acho que o nosso desafio maior é saber filtrar e conseguir entender até quando estamos tomando nossas decisões por nós mesmos ou extremamente influenciados pelo que nossa mamãe diz. Sim, elas querem o melhor para nós, mas nem sempre acertam.
Na vida adulta, espera-se que saibamos nos virar sozinhos, e, embora eu saiba que esse é um processo doloroso e lento, sei também que é um processo extremamente necessário para nosso amdurecimento.
Tudo isso para contar a história do Mr. Baby.
Ele é um aluno da escola onde trabalho, tem 25 anos, mora sozinho e é formado em Relações Internacionais. Acontece que ele tem um grande problema: mamãe cuida de tudo. Quando eu digo de tudo, eu digo de TUDO mesmo.
Acreditam que ontem a maluca veio aqui na escola para saber como anda o desempenho do filhinho dela no inglês? Queria ver suas notas, falar com a professora e com a coordenadora, perguntar porque o bebê dela não sabia que dia as aulas começavam...
Depois disse que o filho ficou de atestado e mandaram ele assistir as video-aulas no site da escola, mas que o certo era ele ter um acompanhamento com o professor passando a matéria pra ele - porque afinal:
- Eu conheço meu filho, ele não ia correr atrás.
- Poxa, somos todos adultos, se ele não tem interesse em correr atrás, já não tem o que fazer.
- Eu matriculei meu filho nessa escola porque disseram que os professores cobravam o dever de casa.
- Olha, o dever de casa vale nota, é certamente cobrado. Mas tem um grande abismo entre a gente cobrar uma coisa e o aluno fazer, né?
- Meu filho é tímido, tem que ficar em cima dele.
É sério, isso? Impressionante como ela trata o filho! Parece que está falando de um menino de 12 anos e não de um marmanjo de 25 com barba na cara.
Eu não conheço o sujeito, - só de vista - mas fico tentando imaginar como é essa criatura! O que mais ela faz para ele, além de ir na escolinha de inglês pegar o boletim? Será que dá comidinha na boca? Lembra a hora do remédio? Marca consulta no dentista? Liga pro pai do coleguinha quando ele dorme fora? Busca ele na balada? Faz o leite com Nescau dele, passa manteiga no pão? Será que ele é capaz de levantar um dedo sequer para fazer algo sozinho?
Mas dó mesmo tenho da coitada que se apaixonar por esse menino. Sim, porque a mãe dele não faz idéia do ESTRAGO que ela está fazendo na vida desse cara! Ele provavelmente vai ser dependente dessa mulher em tudo, vai ter que achar uma Amélia que no fim vai acabar sendo muito mais mãe dele do que esposa. E essas mães super-protetoras são as piores sogras EVER. Acham que o filhinho não faz nada de errado, que você é uma piranha que só atrapalha a vida dele, que nenhuma mulher é boa o suficiente para o príncipe dela, que ele é um retardado que precisa de ajuda até para balançar o peru depois do xixi!
É claro que ter uma mãe dessas não é escolha de ninguém, mas a sua postura em relação a isso diz muito sobre o homem que você é, afinal você escolhe quem quer ser: se você se deixa dominar por esse protecionismo exagerado, querendo aproveitar todas as regalias de mamy e deixar o processo de amadurecimento em eterno stand-by ou se você é aquele que vai deixar claro para sua mãe que você é um homem crescido e não precisa de babá 24h dizendo o que tem que fazer ou não - sem desrespeitar sua mãe, claro. Não vamos confundir as coisas!
Família é sempre um assunto complicado, passamos a vida toda tentando entender, amando e odiando ao mesmo tempo, querendo ficar perto e longe ao mesmo tempo... Mãe então, é ETERNO, mas o que também são eternas as consequências dos nossos atos, portanto, temos que pensar bem antes de deixar que outra pessoa decida nossa vida por nós!
Viva a independência!
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Brincando de casinha
Gente, tô aqui para falar de um assunto bem sério. Mas por favor, não parem de ler - eu sei que vocês preferem as baixarias!
No último post falei de como as coisas que começam erradas tendem a dar errado, mas tem umas que só mesmo matando para pessoa se tocar.
Ao longo de nossas vidas, todos nós tomamos decisões importantes, certo? Decisões que mudam totalmente nossas vidas. E há alguns meses atrás, um amigo meu tomou uma dessas decisões: resolveu ir morar com a namorada - detalhe: eles estavam juntos há apenas 2 meses. Primeiro ele enfiou a namorada na casa dos pais dele, sem a maior cerimônia e só foi dar alguma explicação quando o pai o encostou na parede e disse:
- Hey, você tá achando que eu não percebi que sua namorada está tomando banho, almoçando e dormindo aqui todo dia?!
Depois de muitos desentendimentos com a família, eles resolveram alugar uma kit e morar juntos. E antes mesmo de conseguirem sair da casa da família, descobriram uma gravidez.
Devo dizer também que esse é um casal que finge viver em harmonia, mas na verdade mais brigam do que ficam de bem. É tanta briga que eu não consigo nem imaginar como passou pela cabeça deles essa história de morar juntos.
Mas ok, até aí TUDO BEM (????).
O problema é que eles querem ser adultos só na parte boa. Só na parte de poder dar umazinha a hora que quiser, de poder lavar a louça só no dia seguinte, de não ter pai e nem mãe para encher o saco com pormenores...
Em suma, estão brincando de casinha. Sabe por quê?? Porque toda briga que têm, ela liga para mãe dele para reclamar! Pode???
É um tal de "seu filho não vale nada", "Seu filho não é fácil", "ele me deixa sozinha e vai beber com os amigos", "ele é grosseiro comigo", "ele não liga para filha dele" (não nasceu ainda), "eu não aguento mais" e um blablalbla sem fim! Coitada da sogra, já está com a orelha mais que quente de ter que ouvir merda do próprio filho.
PORRA! Desculpa, mas francamente: se você decidiu casar, resolva seus problemas sozinho, sabe?! Se não estava preparada para ser adulta, então não invente de brincar de ter responsabilidade!
E sabe o que é mais irritante? É dois dias depois de uma ligação dessas para sogra, a sujeita sair postando por aí o quanto ama o marido, o quanto estão construindo um lar lindo cheio de harmonia e a paz de Jah. WHAT???? Are you kidding me??
Juro que só não falo nada porque não deixam e também porque afinal, como vovó já dizia "em briga de marido e mulher, não se mete a colher" - mas de fato, não tenho estômago para relação masoquista! E ainda um masoquismo infantil.
Todo mundo já sabe que "se conselho fossem bom, ninguém dava, vendia", por isso vou chamar isso de colher de chá de semancol: antes de resolver se amazinhar com alguém, analise se você está preparado para sair da saia da mamãe. Para assumir filho. Para pagar MIL contas com seu salário mínimo. Para diminuir drasticamente a saída com os amigos. Para perder sua privacidade de solteiro. Para não ligar para sua mãe a cada meia perdida ou cueca suja. Para sair da adolescência. Para respeitar o outro que mora com você. Para ser HOMEM de verdade e MULHER de verdade - responsável pela resolução de seus próprios problemas!
No último post falei de como as coisas que começam erradas tendem a dar errado, mas tem umas que só mesmo matando para pessoa se tocar.
Ao longo de nossas vidas, todos nós tomamos decisões importantes, certo? Decisões que mudam totalmente nossas vidas. E há alguns meses atrás, um amigo meu tomou uma dessas decisões: resolveu ir morar com a namorada - detalhe: eles estavam juntos há apenas 2 meses. Primeiro ele enfiou a namorada na casa dos pais dele, sem a maior cerimônia e só foi dar alguma explicação quando o pai o encostou na parede e disse:
- Hey, você tá achando que eu não percebi que sua namorada está tomando banho, almoçando e dormindo aqui todo dia?!
Depois de muitos desentendimentos com a família, eles resolveram alugar uma kit e morar juntos. E antes mesmo de conseguirem sair da casa da família, descobriram uma gravidez.
Devo dizer também que esse é um casal que finge viver em harmonia, mas na verdade mais brigam do que ficam de bem. É tanta briga que eu não consigo nem imaginar como passou pela cabeça deles essa história de morar juntos.
Mas ok, até aí TUDO BEM (????).
O problema é que eles querem ser adultos só na parte boa. Só na parte de poder dar umazinha a hora que quiser, de poder lavar a louça só no dia seguinte, de não ter pai e nem mãe para encher o saco com pormenores...
Em suma, estão brincando de casinha. Sabe por quê?? Porque toda briga que têm, ela liga para mãe dele para reclamar! Pode???
É um tal de "seu filho não vale nada", "Seu filho não é fácil", "ele me deixa sozinha e vai beber com os amigos", "ele é grosseiro comigo", "ele não liga para filha dele" (não nasceu ainda), "eu não aguento mais" e um blablalbla sem fim! Coitada da sogra, já está com a orelha mais que quente de ter que ouvir merda do próprio filho.
PORRA! Desculpa, mas francamente: se você decidiu casar, resolva seus problemas sozinho, sabe?! Se não estava preparada para ser adulta, então não invente de brincar de ter responsabilidade!
E sabe o que é mais irritante? É dois dias depois de uma ligação dessas para sogra, a sujeita sair postando por aí o quanto ama o marido, o quanto estão construindo um lar lindo cheio de harmonia e a paz de Jah. WHAT???? Are you kidding me??
Juro que só não falo nada porque não deixam e também porque afinal, como vovó já dizia "em briga de marido e mulher, não se mete a colher" - mas de fato, não tenho estômago para relação masoquista! E ainda um masoquismo infantil.
Todo mundo já sabe que "se conselho fossem bom, ninguém dava, vendia", por isso vou chamar isso de colher de chá de semancol: antes de resolver se amazinhar com alguém, analise se você está preparado para sair da saia da mamãe. Para assumir filho. Para pagar MIL contas com seu salário mínimo. Para diminuir drasticamente a saída com os amigos. Para perder sua privacidade de solteiro. Para não ligar para sua mãe a cada meia perdida ou cueca suja. Para sair da adolescência. Para respeitar o outro que mora com você. Para ser HOMEM de verdade e MULHER de verdade - responsável pela resolução de seus próprios problemas!
Marcadores:
Casamento,
Dany,
Escolhas,
Mancadas Femininas,
Mancadas Masculinas
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
O que começa errado...
... não tem como acabar dando certo!
Bom, primeiramente queria deixar claro que - apesar de ser muito óbvio -, antes que pessoas ofendidas e defensoras dos fracos e oprimidos venham me crucificar, nesse blog, analisamos fatos, estatísticas e GENERALIZAMOS. Falar de exceções dá muito trabalho, é mais fácil falar do que acontece para a maioria das pessoas.
Andei ouvindo umas histórias - e até meio que participando de algumas! - de relacionamentos que começam de um jeito completamente tosco e é claro, eventualmente acabam em pizza, porque né... o que começa errado, normalmente acaba terminando errado.
Leitores, pensem comigo: as pessoas normalmente antes de casar namoram um tempo, convivem com a família do outro, conhecem qualidades e defeitos, para assim tomar uma decisão baseado em informações: quero fazer parte da vida dessa pessoa para sempre? E ainda assim, vive dando errado!
Imagina um cara que conhece uma mina pela Internet, daí eles começam a namorar e a mina LARGA TUDO NA CIDADE DELA E VAI MORAR COM O CARA NA CIDADE DELE. Na casa dos PAIS dele. Sou louca de achar que isso está fadado ao fracasso??? Se o cara morasse sozinho, vá lá... ainda iria achar estranho, mas bem menos. O cara mora com os pais, tem lá seus 20 anos e enfia uma namorada, que ele conheceu pela Internet, dentro de casa, como se fosse super normal!
Não sei quem é mais doido: ele, ela, os pais dele que permitiram uma namoradinha se mudar de mala e cuia pra casa da família ou os pais dela que permitiram que ela largasse a própria família e fosse morar com a família do namorado. WTF??
É igual um amigo meu: namorou 6 meses e casou. Ele estava há 10 dias de fazer 18 anos quando casou. O que aconteceu depois de um ano de casado?? DIVORCE, of course!
Entre outras histórias ne... é gente tendo filho com um mês de namoro, é gente controlando marido/namorado como se fosse agente da condicional do individuo, é gente hetero namorando gay (na esperança de reverter o quadro, será?)... enfim, várias "gentes" completamente sem noção!
É muito doido pensar que as pessoas ficam tão retardadas quando se apaixonam. E hey, não estou condenando e nem dizendo que eu não fico burra quando tô apaixonada - God knows that's not true! - e nem que tenho a fórmula para fazer uma relação dar certo, mas ainda me choco com a capacidade de fazer cagadas de pessoas in love.
Muitas vezes eu achei que isso era coisa de adolescente afobado, mas hoje vejo tantas histórias que escrevi nesse blog, quantos causos que já ouvi de amigos e conhecidos e só chego a uma conclusão: no amor, não tem essa de ficar mais sábio com o tempo. Paixão deixa a gente burro em qualquer idade! Será possível, minha gente?!?!
Bom, primeiramente queria deixar claro que - apesar de ser muito óbvio -, antes que pessoas ofendidas e defensoras dos fracos e oprimidos venham me crucificar, nesse blog, analisamos fatos, estatísticas e GENERALIZAMOS. Falar de exceções dá muito trabalho, é mais fácil falar do que acontece para a maioria das pessoas.
Andei ouvindo umas histórias - e até meio que participando de algumas! - de relacionamentos que começam de um jeito completamente tosco e é claro, eventualmente acabam em pizza, porque né... o que começa errado, normalmente acaba terminando errado.
Leitores, pensem comigo: as pessoas normalmente antes de casar namoram um tempo, convivem com a família do outro, conhecem qualidades e defeitos, para assim tomar uma decisão baseado em informações: quero fazer parte da vida dessa pessoa para sempre? E ainda assim, vive dando errado!
Imagina um cara que conhece uma mina pela Internet, daí eles começam a namorar e a mina LARGA TUDO NA CIDADE DELA E VAI MORAR COM O CARA NA CIDADE DELE. Na casa dos PAIS dele. Sou louca de achar que isso está fadado ao fracasso??? Se o cara morasse sozinho, vá lá... ainda iria achar estranho, mas bem menos. O cara mora com os pais, tem lá seus 20 anos e enfia uma namorada, que ele conheceu pela Internet, dentro de casa, como se fosse super normal!
Não sei quem é mais doido: ele, ela, os pais dele que permitiram uma namoradinha se mudar de mala e cuia pra casa da família ou os pais dela que permitiram que ela largasse a própria família e fosse morar com a família do namorado. WTF??
É igual um amigo meu: namorou 6 meses e casou. Ele estava há 10 dias de fazer 18 anos quando casou. O que aconteceu depois de um ano de casado?? DIVORCE, of course!
Entre outras histórias ne... é gente tendo filho com um mês de namoro, é gente controlando marido/namorado como se fosse agente da condicional do individuo, é gente hetero namorando gay (na esperança de reverter o quadro, será?)... enfim, várias "gentes" completamente sem noção!
É muito doido pensar que as pessoas ficam tão retardadas quando se apaixonam. E hey, não estou condenando e nem dizendo que eu não fico burra quando tô apaixonada - God knows that's not true! - e nem que tenho a fórmula para fazer uma relação dar certo, mas ainda me choco com a capacidade de fazer cagadas de pessoas in love.
Muitas vezes eu achei que isso era coisa de adolescente afobado, mas hoje vejo tantas histórias que escrevi nesse blog, quantos causos que já ouvi de amigos e conhecidos e só chego a uma conclusão: no amor, não tem essa de ficar mais sábio com o tempo. Paixão deixa a gente burro em qualquer idade! Será possível, minha gente?!?!
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
A mulher-atenção
Nesse blog, temos uma tag chamada "espécie de homens catalogadas", mas na última balada que eu fui, percebi que estou perdendo tempo em também não catalogar certas espécies de mulher.
Eis que semana passada uma aluna minha me convidou para seu aniversário em um Pub da cidade. Às quintas-feiras eles fazem um karaoke com banda, aparentemente super legal.
Na verdade, eu nem queria ir, pois estava muito cansada, mas essa aluna me mandou mensagem no mesmo dia intimando minha presença e em consideração a ela, que gosto muito, fui assim mesmo. Mas claro, levei um amigo que adora karaoke para me acompanhar.
Chegando lá, meu amigo já conhecia metade do pessoal que estava lá, inclusive uma certa doninha que ele descreveu da seguinte forma:
- Essa mina é muito doida!
Quem não é, certo? Acontece que a garota é simplesmente fora do comum.
Ela é bonita, extrovertida, gosta de beber, de dançar, de cantar, de seduzir. Até aí tudo bem. Estava lá, super empolgada com as amigas, como uma mulher baladeira comum. Subiu no palco e cantou "You oughta know" da Alanis Morissette com uma voz não muito boa, mas com uma interpretação memorável - detalhe que ela usou dois microfones ao mesmo tempo, dando margem a inúmeras piadas sexuais. Eu dei risada e tudo certo.
A coisa começou a ficar preta quando meu amigo resolveu me abandonar e eu fiquei muito tempo analisando o comportamento dela.
Primeiro que ela dava mole para TODOS os homens que ela via. Sem sacanagem! Dançava se esfregando, se insinuava, falava ao pé do ouvido ou perto da boca, apertava os braços do cara, abraçava, etc. Vi até um cara com o qual uma amiga dela estava flertando, ser alvo de uma bela rebolada concentrada nos países baixos do rapaz.
Quando comentei com meu amigo sobre o fato, ele disse que ela tinha namorado. Quando eu chamei o pobre coitado de chifrudo, ele defendeu:
- Não, ela não é assim, não. Ela dá mole para todos e quando alguém chega, leva toco.
Fiquei pensando se aquilo deixava ela uma pessoa melhor ou pior, mas logo cheguei à conclusão de que meu amigo estava redondamente enganado: não demorou muito para que ela finalmente escolhesse um e agarrasse. Tudo bem também, se ela não tivesse continuado a se esfregar em quem passava, na frente do cara que estava pegando.
Depois, quando a banda deu intervalo, um DJ começou a tocar. Ela começou a dançar loucamente com as amigas. De novo, até aí tudo bem. Tem músicas que agitam a mulherada e uma delas chama-se "Girls just wanna have fun" da Cindy Lauper. Quando essa música tocou, a garota ficou insandecida e subiu no palco, pegou o microfone e começou a cantar junto com a música, gritando, a fim de chamar a atenção de todos a qualquer custo. E conseguiu! De repente, não mais que de repente estávamos todos assistindo àquela cena ridícula. Alguns achando engraçado; eu já tinha passado de "achar engraçado" para "total vergonha alheia". Quando menos esperávamos, subiram mais umas 10 malucas em cima do palco e ninguém mais conseguia curtir as músicas, porque elas ficavam cantando junto no microfone.
Havia uma noiva fazendo despedida de solteiro lá e logo ela começou a campanha do "NÃO CASA!", espalhando para todos que deveríamos repetir essa frase bem alto quando a noiva subisse no palco para cantar. Quando eu comentei com meu amigo que as encalhadas queriam que a noiva não se casasse, ele disse:
- Não, nada a ver, essas meninas podem dar para o cara que elas quiserem!
- Ué, eu também! Mas pergunta se tem um que levaria elas a sério?
- Não! É, você tem razão!
Me chamou de "amiga" e em um determinado momento só não caiu no chão de tão bêbada porque eu a amparei em meus braços e disse: "opa, não cai, não". Nisso, ela ficou me olhando uns 2 minutos fixamente como quem procurasse alguma coisa e depois sorriu e saiu cambaleando.
Até banho de champange eu, minha aluna e meu amigo tomamos. Aquilo estava totalmente fora do normal!
Oras, não sejamos hipócritas! Vira e mexe eu tô por aí bebaça, sou super extrovertida, adoro dançar e cantar. Chamar atenção?? Quem não gosta de chamar? Claro que gostamos! Mas como diria meu amado pai, "tudo demais é veneno". No fim da festa, eu já estava com pena daquela menina: para que TANTA necessidade de chamar atenção?
Eu acho que essas minas que parecem ter a maior auto-estima do mundo, são as mais inseguras! É o tipo de mulher que todos olham e desejam bulinar, mas é a típica Bavária, a cerveja dos amigos. Todos pegam, todos compartilham e principalmente: todos zoam e falam mal dela quando se juntam. De verdade? Tenho pena de gente assim. Quer chamar atenção a todo custo, mas da pior forma possível. Quem nao é visto, não é lembrado - e essa aí com certeza jamais será esquecida. Só não sei se da forma como ela esperaria!
Eis que semana passada uma aluna minha me convidou para seu aniversário em um Pub da cidade. Às quintas-feiras eles fazem um karaoke com banda, aparentemente super legal.
Na verdade, eu nem queria ir, pois estava muito cansada, mas essa aluna me mandou mensagem no mesmo dia intimando minha presença e em consideração a ela, que gosto muito, fui assim mesmo. Mas claro, levei um amigo que adora karaoke para me acompanhar.
Chegando lá, meu amigo já conhecia metade do pessoal que estava lá, inclusive uma certa doninha que ele descreveu da seguinte forma:
- Essa mina é muito doida!
Quem não é, certo? Acontece que a garota é simplesmente fora do comum.
Ela é bonita, extrovertida, gosta de beber, de dançar, de cantar, de seduzir. Até aí tudo bem. Estava lá, super empolgada com as amigas, como uma mulher baladeira comum. Subiu no palco e cantou "You oughta know" da Alanis Morissette com uma voz não muito boa, mas com uma interpretação memorável - detalhe que ela usou dois microfones ao mesmo tempo, dando margem a inúmeras piadas sexuais. Eu dei risada e tudo certo.
A coisa começou a ficar preta quando meu amigo resolveu me abandonar e eu fiquei muito tempo analisando o comportamento dela.
Primeiro que ela dava mole para TODOS os homens que ela via. Sem sacanagem! Dançava se esfregando, se insinuava, falava ao pé do ouvido ou perto da boca, apertava os braços do cara, abraçava, etc. Vi até um cara com o qual uma amiga dela estava flertando, ser alvo de uma bela rebolada concentrada nos países baixos do rapaz.
Quando comentei com meu amigo sobre o fato, ele disse que ela tinha namorado. Quando eu chamei o pobre coitado de chifrudo, ele defendeu:
- Não, ela não é assim, não. Ela dá mole para todos e quando alguém chega, leva toco.
Fiquei pensando se aquilo deixava ela uma pessoa melhor ou pior, mas logo cheguei à conclusão de que meu amigo estava redondamente enganado: não demorou muito para que ela finalmente escolhesse um e agarrasse. Tudo bem também, se ela não tivesse continuado a se esfregar em quem passava, na frente do cara que estava pegando.
Depois, quando a banda deu intervalo, um DJ começou a tocar. Ela começou a dançar loucamente com as amigas. De novo, até aí tudo bem. Tem músicas que agitam a mulherada e uma delas chama-se "Girls just wanna have fun" da Cindy Lauper. Quando essa música tocou, a garota ficou insandecida e subiu no palco, pegou o microfone e começou a cantar junto com a música, gritando, a fim de chamar a atenção de todos a qualquer custo. E conseguiu! De repente, não mais que de repente estávamos todos assistindo àquela cena ridícula. Alguns achando engraçado; eu já tinha passado de "achar engraçado" para "total vergonha alheia". Quando menos esperávamos, subiram mais umas 10 malucas em cima do palco e ninguém mais conseguia curtir as músicas, porque elas ficavam cantando junto no microfone.
Havia uma noiva fazendo despedida de solteiro lá e logo ela começou a campanha do "NÃO CASA!", espalhando para todos que deveríamos repetir essa frase bem alto quando a noiva subisse no palco para cantar. Quando eu comentei com meu amigo que as encalhadas queriam que a noiva não se casasse, ele disse:
- Não, nada a ver, essas meninas podem dar para o cara que elas quiserem!
- Ué, eu também! Mas pergunta se tem um que levaria elas a sério?
- Não! É, você tem razão!
Me chamou de "amiga" e em um determinado momento só não caiu no chão de tão bêbada porque eu a amparei em meus braços e disse: "opa, não cai, não". Nisso, ela ficou me olhando uns 2 minutos fixamente como quem procurasse alguma coisa e depois sorriu e saiu cambaleando.
Até banho de champange eu, minha aluna e meu amigo tomamos. Aquilo estava totalmente fora do normal!
Oras, não sejamos hipócritas! Vira e mexe eu tô por aí bebaça, sou super extrovertida, adoro dançar e cantar. Chamar atenção?? Quem não gosta de chamar? Claro que gostamos! Mas como diria meu amado pai, "tudo demais é veneno". No fim da festa, eu já estava com pena daquela menina: para que TANTA necessidade de chamar atenção?
Eu acho que essas minas que parecem ter a maior auto-estima do mundo, são as mais inseguras! É o tipo de mulher que todos olham e desejam bulinar, mas é a típica Bavária, a cerveja dos amigos. Todos pegam, todos compartilham e principalmente: todos zoam e falam mal dela quando se juntam. De verdade? Tenho pena de gente assim. Quer chamar atenção a todo custo, mas da pior forma possível. Quem nao é visto, não é lembrado - e essa aí com certeza jamais será esquecida. Só não sei se da forma como ela esperaria!
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Respeite-se!
Gente, estou aqui para falar de algo sério que está em falta no mercado, especialmente entre nós mulheres: respeito por si mesma.
Relacionamentos são complicados. SEMPRE! Não é só porque homens e mulheres são diferentes, porque homossexuais também sofrem com a dificuldade de se relacionar. O problema é que somos seres humanos!! Cada um com suas qualidades, neuras, defeitos, dons, qualidades, inseguranças... e por isso, não gosto de radicalizar quanto a esse assunto e nem tô aqui para dizer que ninguém deve lutar por um relacionamento.
As pessoas mudam! Evoluem! E muitas vezes, os erros que cometeram no passado realmente não cometem no futuro. Então, resumindo, não sou contra segundas chances! E já fui muito crucificada por isso, inclusive nesse mesmo blog, por pessoas radicais que acham que quando alguém pisou na bola, este deve ser banido da sua vida e humilhado em praça pública.
Mas, porém, contudo, entretanto, segundas chances ficam a uma linha tênue de distância da falta de vergonha na cara. O que eu quero dizer é que tem muita gente por aí dando murro em ponta de faca à toa, correndo atrás de quem nem sequer lembra que você existe!
Esses dias ouvi no rádio um programa que as pessoas ligam e pedem para os radialistas tentarem resolver um problema para eles. Não é necessariamente de ordem amorosa, pode ser com o pai, com um amigo, com o chefe, qualquer tipo de insatisfação.
Fiquei horrorizada porque uma mulher se prestou ao papelão de, depois de cansar de levar fora do ex-marido, ligar para a rádio pedindo para que eles intercedessem por ela junto ao bofe! Gente... pára!! Primeiro que é cafona demais! (hahahahaha) Segundo que pelo que ela contou, ele já estava humilhando-a, imagina ser humilhada em rádio nacional?! O cara foi um gentleman, disse bem educadamente que não rolava mais, que a história deles já tinha acabado e que ele já tinha dito isso para ela, mas ficou claramente constrangido com aquela situação.
Gata, é o seguinte: já ouviu falar em "não quer, tem quem queira"? Poxa, nós mulheres precisamos aprender a nos valorizar! Aquele velho papo que a gente nunca aprende: se não nos valorizarmos, quem vai?? Agora... ficar implorando por migalhas de uma pessoa que não te quer mais? Para que, sabe? Se submeter a humilhação, a constrangimentos, eqnaunto a vida está aí na sua janela... simplesmente passando! Quiçá (ui!) cheia de oportunidades maravilhosas de você conhecer um outro bofe que vai te fazer muito mais feliz do que seu ex tenha te feito algum dia!
Sofra! Sofra mesmo, porque é a única maneira de superar a perda, mas volte à vida!! Esse luto não tem que durar eternamente! O que tem que durar eternamente e independente da situação é o auto-respeito! Isso deve ser inabalável!
Experimente um pouco disso... você verá como sua vida vai mudar! ;)
Relacionamentos são complicados. SEMPRE! Não é só porque homens e mulheres são diferentes, porque homossexuais também sofrem com a dificuldade de se relacionar. O problema é que somos seres humanos!! Cada um com suas qualidades, neuras, defeitos, dons, qualidades, inseguranças... e por isso, não gosto de radicalizar quanto a esse assunto e nem tô aqui para dizer que ninguém deve lutar por um relacionamento.
As pessoas mudam! Evoluem! E muitas vezes, os erros que cometeram no passado realmente não cometem no futuro. Então, resumindo, não sou contra segundas chances! E já fui muito crucificada por isso, inclusive nesse mesmo blog, por pessoas radicais que acham que quando alguém pisou na bola, este deve ser banido da sua vida e humilhado em praça pública.
Mas, porém, contudo, entretanto, segundas chances ficam a uma linha tênue de distância da falta de vergonha na cara. O que eu quero dizer é que tem muita gente por aí dando murro em ponta de faca à toa, correndo atrás de quem nem sequer lembra que você existe!
Esses dias ouvi no rádio um programa que as pessoas ligam e pedem para os radialistas tentarem resolver um problema para eles. Não é necessariamente de ordem amorosa, pode ser com o pai, com um amigo, com o chefe, qualquer tipo de insatisfação.
Fiquei horrorizada porque uma mulher se prestou ao papelão de, depois de cansar de levar fora do ex-marido, ligar para a rádio pedindo para que eles intercedessem por ela junto ao bofe! Gente... pára!! Primeiro que é cafona demais! (hahahahaha) Segundo que pelo que ela contou, ele já estava humilhando-a, imagina ser humilhada em rádio nacional?! O cara foi um gentleman, disse bem educadamente que não rolava mais, que a história deles já tinha acabado e que ele já tinha dito isso para ela, mas ficou claramente constrangido com aquela situação.
Gata, é o seguinte: já ouviu falar em "não quer, tem quem queira"? Poxa, nós mulheres precisamos aprender a nos valorizar! Aquele velho papo que a gente nunca aprende: se não nos valorizarmos, quem vai?? Agora... ficar implorando por migalhas de uma pessoa que não te quer mais? Para que, sabe? Se submeter a humilhação, a constrangimentos, eqnaunto a vida está aí na sua janela... simplesmente passando! Quiçá (ui!) cheia de oportunidades maravilhosas de você conhecer um outro bofe que vai te fazer muito mais feliz do que seu ex tenha te feito algum dia!
Sofra! Sofra mesmo, porque é a única maneira de superar a perda, mas volte à vida!! Esse luto não tem que durar eternamente! O que tem que durar eternamente e independente da situação é o auto-respeito! Isso deve ser inabalável!
Experimente um pouco disso... você verá como sua vida vai mudar! ;)
domingo, 21 de outubro de 2012
A arte de segurar vela
Hoje foi mais um daqueles momentos detestáveis da vida: conhecer a nova namorada do seu melhor amigo. Olha, sejamos sinceros: é aquele momento em que as duas serão muito simpáticas, tudo pelo bem do amigo em questão, mas cada uma meio que inconscientemente tentando provar quem é mais importante na vida dele. E claro, aquela fase analítica, onde cada palavra ou gesto pode ser fator determinante na hora de decidir se as duas serão amigas ou rivais (sempre torço pela primeira opção, acreditem!).
Como se a situação já não fosse tensa o suficiente, meu amigo resolveu chamar o irmão para ir junto. Até aí, tudo bem. O problema é o que o irmão também levou a namorada. E eu, que atualmente não tô pegando nem gripe, ia ser vela mais uma vez.
Vida de solteiro - assim como vida de casado - tem seus momentos de altos e baixo. Vantagens e desvantagens. E se eu fosse nomear as desvantagens mais chatas, segurar vela seria TOP 3.
E seus amigos sempre tentam te convencer de que você não está de vela. "Ah, nada a ver!" ou "Mas a gente nem fica se pegando!". Oras e desde quando precisa que o casal esteja se atracando para ser considerado vela? O conceito de segurar vela é você e um casal estar no mesmo ambiente se esforçando para parecer natural ao invés de constrangedor.
E sinceramente, na noite de hoje, não sei o que foi mais constrangedor: segurar vela enquanto meu amigo e a namorada, que estão na sua segunda semana de namoro, ficavam de mimimimi ou segurar vela, enquanto o irmão dele e a namorada disputavam para ver quem reclamava mais um do outro. Ou será que foi o silêncio desesperador que por vezes acontecia? Ou será que foi ter que sentar na ponta da mesa, já numa situação "estou isolada do resto do mundo"?
Segurar vela me traz sensações não muito agradáveis! Primeiro, a sensação que tem um elefante enorme em cima da mesa, mas que ninguém quer comentar sobre ele: eu mentalmente me cobrando "preciso de um namorado", nem que seja para não passar mais por essas situações constrangedoras. Também me faz me sentir mal o fato de que os casais ficam meio pisando em ovos, para tentar me fazer o menos desconfortável possível, se esforçando ao máximo para me incluir de algum modo no assunto - mesmo que eu nao tenha nada a ver com ele! - ou fazendo perguntas bobas para mim, numa tentativa de demonstrar algum certo interesse, para que eu não me sinta tão excluída da sociedade.
E no final das contas, parece que todo mundo aproveitou a noite, menos você, que estava tão preocupada em não demonstrar seu extremo desconforto, que só pensava em quanto minutos faltava para alguém ter coragem de pedir a conta e finalmente eu poder voltar para um habitat que eu considerasse natural.
Amigos casais, por favor, não me chamem mais para sair de número ímpar. E eu prometo não fazer o mesmo quando eu estiver do outro lado da situação! Porque sinceramente, e tentanto não deixar o péssimo trocadilho influenciar na mensagem desse post: segurar vela é a maior queimação!
Como se a situação já não fosse tensa o suficiente, meu amigo resolveu chamar o irmão para ir junto. Até aí, tudo bem. O problema é o que o irmão também levou a namorada. E eu, que atualmente não tô pegando nem gripe, ia ser vela mais uma vez.
Vida de solteiro - assim como vida de casado - tem seus momentos de altos e baixo. Vantagens e desvantagens. E se eu fosse nomear as desvantagens mais chatas, segurar vela seria TOP 3.
E seus amigos sempre tentam te convencer de que você não está de vela. "Ah, nada a ver!" ou "Mas a gente nem fica se pegando!". Oras e desde quando precisa que o casal esteja se atracando para ser considerado vela? O conceito de segurar vela é você e um casal estar no mesmo ambiente se esforçando para parecer natural ao invés de constrangedor.
E sinceramente, na noite de hoje, não sei o que foi mais constrangedor: segurar vela enquanto meu amigo e a namorada, que estão na sua segunda semana de namoro, ficavam de mimimimi ou segurar vela, enquanto o irmão dele e a namorada disputavam para ver quem reclamava mais um do outro. Ou será que foi o silêncio desesperador que por vezes acontecia? Ou será que foi ter que sentar na ponta da mesa, já numa situação "estou isolada do resto do mundo"?
Segurar vela me traz sensações não muito agradáveis! Primeiro, a sensação que tem um elefante enorme em cima da mesa, mas que ninguém quer comentar sobre ele: eu mentalmente me cobrando "preciso de um namorado", nem que seja para não passar mais por essas situações constrangedoras. Também me faz me sentir mal o fato de que os casais ficam meio pisando em ovos, para tentar me fazer o menos desconfortável possível, se esforçando ao máximo para me incluir de algum modo no assunto - mesmo que eu nao tenha nada a ver com ele! - ou fazendo perguntas bobas para mim, numa tentativa de demonstrar algum certo interesse, para que eu não me sinta tão excluída da sociedade.
E no final das contas, parece que todo mundo aproveitou a noite, menos você, que estava tão preocupada em não demonstrar seu extremo desconforto, que só pensava em quanto minutos faltava para alguém ter coragem de pedir a conta e finalmente eu poder voltar para um habitat que eu considerasse natural.
Amigos casais, por favor, não me chamem mais para sair de número ímpar. E eu prometo não fazer o mesmo quando eu estiver do outro lado da situação! Porque sinceramente, e tentanto não deixar o péssimo trocadilho influenciar na mensagem desse post: segurar vela é a maior queimação!
Marcadores:
Dany,
dramalhões necessários,
Fases,
Reflexões
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
A lógica esquisita dos homens
Hoje tive vergonha de mim! Descobri que tenho um quê de mulher machista, foi quase sem querer! Ouvi a seguinte história:
- Ah, aí ele disse que passou o FDS com uma mina, gostou e tal, só que ela estragou tudo porque na segunda-feira mandou uma mensagem que dizia "meu coração tá apertadinho de saudade!".
Ao que respondi:
- Vixi, estragou mesmo!
Claro que eu já sabia que não se manda mensagem pro cara que você tá ficando assim sem que ele tome o primeiro passo. E isso me deixou pensando... POR QUÊ????
Bom, tirando o fato da mensagem ser brega, qual é o problema de mandar uma mensagem para alguém que você gosta? Por que ele disse que ela estragou tudo?
Não entendo essa necessidade de o homem sempre querer fazer o papel do caçador, enquanto a gente tem que ficar fingindo que não está interessada, para que ele se sinta na obrigação de vir atrás da gente!
Sério! NÃO FAZ SENTIDO!!
Você foi lá, passou um fim de semana maravilhoso com a garota e ela não pode te mandar um diaxo de uma mensagem que você desconsidera e desinteressa? Oras, não era para ser o contrário?!?!
A gente acha que com o passar do tempo as coisas vão mudar... não mudam nunca... Complicado!!
- Ah, aí ele disse que passou o FDS com uma mina, gostou e tal, só que ela estragou tudo porque na segunda-feira mandou uma mensagem que dizia "meu coração tá apertadinho de saudade!".
Ao que respondi:
- Vixi, estragou mesmo!
Claro que eu já sabia que não se manda mensagem pro cara que você tá ficando assim sem que ele tome o primeiro passo. E isso me deixou pensando... POR QUÊ????
Bom, tirando o fato da mensagem ser brega, qual é o problema de mandar uma mensagem para alguém que você gosta? Por que ele disse que ela estragou tudo?
Não entendo essa necessidade de o homem sempre querer fazer o papel do caçador, enquanto a gente tem que ficar fingindo que não está interessada, para que ele se sinta na obrigação de vir atrás da gente!
Sério! NÃO FAZ SENTIDO!!
Você foi lá, passou um fim de semana maravilhoso com a garota e ela não pode te mandar um diaxo de uma mensagem que você desconsidera e desinteressa? Oras, não era para ser o contrário?!?!
A gente acha que com o passar do tempo as coisas vão mudar... não mudam nunca... Complicado!!
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Onde se ganha o pão, não se come da carne
E então... qualquer lugar é válido para arranjar um novo romance?
Balada, clube, igreja, bares, ruas, viagens, trabalho... TRABALHO?!
Oras, até um certo tempo atrás, eu pensava: "pow, não tem problema nenhum em se envolver com alguém do trabalho", mas ultimamente tenho tido minhas dúvidas! Afinal, analisar uma situação é muito fácil, até que ela aconteça com você.
Ok, se envolver com alguém que trabalha diretamente com você, na mesma filial, na mesma sala, é meio doido e muito perigoso. Nesse caso, é perigoso até ser muito amigo de alguém. É praticamente impossível desassociar uma coisa da outra. Ser amigo do seu chefe? Se ele te demitir, você acha que a amizade vai continuar?
Afinal, o ser humano é capaz de separar o pessoal do profissional?
Mas no amor a coisa parece ainda pior. Vai lá, se envolve com a pessoa e não deu certo. O cara foi um total jerk contigo. Como é o day after? Tem gente que precisa ficar um ano longe do ex-namorado para superar, imagina se seu ex for seu co-worker?
Complicado! Imagina se ele for seu chefe? Ficar recebendo ordens de alguém que você só quer que morra ou que você ainda ama? Mais complicado ainda...
Olha, está rolando boatos de quem tem um cara da minha empresa me querendo. E até começarem esses boatos, eu nem pensava em nada, mas sabe como é, a curiosidade bateu e eu agora fico pensando toda hora em como seria isso e jogando charme para ele quase que inconscientemente. Mas ao mesmo tempo, me pego me censurando de hora em hora e pensando: "No good can come from this!" - afinal, vale a pena arriscar o emprego por causa de uma pequena crush? E ao mesmo tempo, me envolver com ele seria necessariamente arriscar meu emprego? Mesmo sabendo que não trabalhamos na mesma filial, ele é uma espécie de supervisor do meu trabalho. Me envolver com ele de alguma forma, mesmo que não seja nada sério, poderia prejudicar nossa relação profissional? Seria ele, seria eu, seríamos nós capazes de separar as coisas, de fato?
Na teoria, sim. Mas na teoria, tudo é sempre muito simples.
Eu não escrevi esse post para dar dicas para quem está pensando em se envolver com alguém do trabalho, mas sim para que alguém venha aqui e diga que isso seria uma grande besteira ou que não tem problema nenhum fazer isso.
E então, pessoal, o que acham? Afinal, o ditado "Onde se ganha o pão, não se come da carne" é tão verdadeiro assim?
Balada, clube, igreja, bares, ruas, viagens, trabalho... TRABALHO?!
Oras, até um certo tempo atrás, eu pensava: "pow, não tem problema nenhum em se envolver com alguém do trabalho", mas ultimamente tenho tido minhas dúvidas! Afinal, analisar uma situação é muito fácil, até que ela aconteça com você.
Ok, se envolver com alguém que trabalha diretamente com você, na mesma filial, na mesma sala, é meio doido e muito perigoso. Nesse caso, é perigoso até ser muito amigo de alguém. É praticamente impossível desassociar uma coisa da outra. Ser amigo do seu chefe? Se ele te demitir, você acha que a amizade vai continuar?
Afinal, o ser humano é capaz de separar o pessoal do profissional?
Mas no amor a coisa parece ainda pior. Vai lá, se envolve com a pessoa e não deu certo. O cara foi um total jerk contigo. Como é o day after? Tem gente que precisa ficar um ano longe do ex-namorado para superar, imagina se seu ex for seu co-worker?
Complicado! Imagina se ele for seu chefe? Ficar recebendo ordens de alguém que você só quer que morra ou que você ainda ama? Mais complicado ainda...
Olha, está rolando boatos de quem tem um cara da minha empresa me querendo. E até começarem esses boatos, eu nem pensava em nada, mas sabe como é, a curiosidade bateu e eu agora fico pensando toda hora em como seria isso e jogando charme para ele quase que inconscientemente. Mas ao mesmo tempo, me pego me censurando de hora em hora e pensando: "No good can come from this!" - afinal, vale a pena arriscar o emprego por causa de uma pequena crush? E ao mesmo tempo, me envolver com ele seria necessariamente arriscar meu emprego? Mesmo sabendo que não trabalhamos na mesma filial, ele é uma espécie de supervisor do meu trabalho. Me envolver com ele de alguma forma, mesmo que não seja nada sério, poderia prejudicar nossa relação profissional? Seria ele, seria eu, seríamos nós capazes de separar as coisas, de fato?
Na teoria, sim. Mas na teoria, tudo é sempre muito simples.
Eu não escrevi esse post para dar dicas para quem está pensando em se envolver com alguém do trabalho, mas sim para que alguém venha aqui e diga que isso seria uma grande besteira ou que não tem problema nenhum fazer isso.
E então, pessoal, o que acham? Afinal, o ditado "Onde se ganha o pão, não se come da carne" é tão verdadeiro assim?
sábado, 22 de setembro de 2012
Pocket post - mandando mal na balada em 2 minutos
- Sabia que eu sempre fui apaixonado por ruivas?
- Ah eh, ne?
- É... quantos anos vc tem?
- 25.
- Adivinha qts anos eu tenho?
- Sei lá, uns 19?
- Nãoooo... 21.
- Ah.
- Sabe qual é a diferença de mim para os outros caras?
- Não.
- É o sentimento.
- Sentimento? Você acabou de me conhecer!
- Então...!
- Olha, lembra que eu te falei que eu tenho 25 anos? Então, isso significa que eu não caio mais nessas conversas fiadas. Guarda esses para as de 15.
- Não, mas não é conversa fiada, eu realmente...
- Aí, prazerzão te conhecer viu? Dá licença...
Desnecessário, né? Galera manda mal level EPIC.
- Ah eh, ne?
- É... quantos anos vc tem?
- 25.
- Adivinha qts anos eu tenho?
- Sei lá, uns 19?
- Nãoooo... 21.
- Ah.
- Sabe qual é a diferença de mim para os outros caras?
- Não.
- É o sentimento.
- Sentimento? Você acabou de me conhecer!
- Então...!
- Olha, lembra que eu te falei que eu tenho 25 anos? Então, isso significa que eu não caio mais nessas conversas fiadas. Guarda esses para as de 15.
- Não, mas não é conversa fiada, eu realmente...
- Aí, prazerzão te conhecer viu? Dá licença...
Desnecessário, né? Galera manda mal level EPIC.
Marcadores:
Contos de baladas,
Dany,
Mancadas Masculinas
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Que preguiça de joguinhos!
Acontecia desde a primeira vez que beijei na boca. Era um tal de "ter que ignorar para poder conquistar" e "ter que ser ignorado para ser conquistado". Desde cedo aprendi que tudo o que eu tinha que fazer para deixar um cara interessado por mim era fingir que não tinha interesse nenhum nele.
"Quando eu for mais velha" - pensei - "isso tudo vai acabar!". E lá vai eu, macaca velha na história do amor, mais uma vez brincando de esconde-esconde.
Os últimos tempos têm sido difíceis!! Fico com alguém e não me interesso. Não toca sininhos no ouvido, não acordo pensando no indivíduo, não fico imaginando porque ele não me ligou... Oras, será que meu coração está de fato aposentado? Depois de tantas frustrações, tantas bolas-fora, é capaz que ele tenha desistido!
Até que sábado passado finalmente acordei pensando na pessoa que fiquei na sexta. Opa! Are we back to the game, broken heart?! Uma pontinha de felicidade seguido por um pequeno lembrete do meu cérebro: let the games begin!
Mas que diabos que a gente tem que fingir não gostar, quando gosta, para o outro gostar de volta?!! Não faz sentido! Mas vamos reclamar como, se somos exatamente iguais?
Não adianta vir com aquela história de que homem perde o interesse quando você demonstra demais o que sente, pois as mulheres são iguais! Quando tem um homem interessado demais, sei lá o que acontece dentro da nossa cabeça, a gente sempre joga para escanteio. Vamos combinar que essa versão da troca de SMS pós-1ª ficada seria muito mais interessante:
- Bom dia! Dormiu bem?
- Dormi maravilhosamente bem! Acordei pensando em você!
- Nossa, que coincidência, eu também acordei pensando em ti! Que saudade do seu sorriso!
- Vamos resolver isso e nos ver hoje para matar a saudade?
- Vamos!
Todos nós sabemos, porém, que a verdadeira versão dessa conversa é:
- Bom dia! Dormiu bem?
20 minutos depois (no mínimo!)
- É, deu para descansar.
20 minutos depois.
- Vai fazer o que hoje?
20 minutos depois
- Ah, não sei, devo sair com umas amigas. E você?
- É, eu também. Vamos nos ver de novo qualquer dia.
- É, pode ser.
Respostas e perguntas frias, seguidas de um belo grito de "aiiiii que raivaaaa!".
Será que algum dia vamos parar de jogar e poder finalmente ser sinceros uns com os outros?
Tem gente - principalmente homem - que vive por aí dizendo que quando a mulher demonstra interesse ele não fica assustado e nem foge. A cara de pau de mentir não tem limites! Isso é uma coisa tão automática que fazemos sem nem perceber. Seria preciso uma convenção com vários representantes de homens e mulheres para combinarmos novas regras para o jogo do amor.
Essas regras que estamos seguindo estão ultrapassadas e cansativas!
"Quando eu for mais velha" - pensei - "isso tudo vai acabar!". E lá vai eu, macaca velha na história do amor, mais uma vez brincando de esconde-esconde.
Os últimos tempos têm sido difíceis!! Fico com alguém e não me interesso. Não toca sininhos no ouvido, não acordo pensando no indivíduo, não fico imaginando porque ele não me ligou... Oras, será que meu coração está de fato aposentado? Depois de tantas frustrações, tantas bolas-fora, é capaz que ele tenha desistido!
Até que sábado passado finalmente acordei pensando na pessoa que fiquei na sexta. Opa! Are we back to the game, broken heart?! Uma pontinha de felicidade seguido por um pequeno lembrete do meu cérebro: let the games begin!
Mas que diabos que a gente tem que fingir não gostar, quando gosta, para o outro gostar de volta?!! Não faz sentido! Mas vamos reclamar como, se somos exatamente iguais?
Não adianta vir com aquela história de que homem perde o interesse quando você demonstra demais o que sente, pois as mulheres são iguais! Quando tem um homem interessado demais, sei lá o que acontece dentro da nossa cabeça, a gente sempre joga para escanteio. Vamos combinar que essa versão da troca de SMS pós-1ª ficada seria muito mais interessante:
- Bom dia! Dormiu bem?
- Dormi maravilhosamente bem! Acordei pensando em você!
- Nossa, que coincidência, eu também acordei pensando em ti! Que saudade do seu sorriso!
- Vamos resolver isso e nos ver hoje para matar a saudade?
- Vamos!
Todos nós sabemos, porém, que a verdadeira versão dessa conversa é:
- Bom dia! Dormiu bem?
20 minutos depois (no mínimo!)
- É, deu para descansar.
20 minutos depois.
- Vai fazer o que hoje?
20 minutos depois
- Ah, não sei, devo sair com umas amigas. E você?
- É, eu também. Vamos nos ver de novo qualquer dia.
- É, pode ser.
Respostas e perguntas frias, seguidas de um belo grito de "aiiiii que raivaaaa!".
Será que algum dia vamos parar de jogar e poder finalmente ser sinceros uns com os outros?
Tem gente - principalmente homem - que vive por aí dizendo que quando a mulher demonstra interesse ele não fica assustado e nem foge. A cara de pau de mentir não tem limites! Isso é uma coisa tão automática que fazemos sem nem perceber. Seria preciso uma convenção com vários representantes de homens e mulheres para combinarmos novas regras para o jogo do amor.
Essas regras que estamos seguindo estão ultrapassadas e cansativas!
Assinar:
Postagens (Atom)