segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Manual CT&B: Pegando uma Brasiliense - Cap. I

Olá, queridos leitores! Hoje é um dia muito importante pra nós do CT&B, pois hoje o nosso bebê tá fazendo um aninho de vida!!! \o/

E como presente de aniversário a Loira preparou um post especial. Durante o final do ano passado elaborei um questionário e enviei pra algumas moças queridas, no questionário haviam perguntas sobre paquera e como é que um cara pode tentar conquistar uma garota brasiliense! As perguntas foram bem light, meu amores, como tipo de homem que elas se sentem atraídas na balada, quais coisas não devem ser ditas e otras cositas más...

Então vamos ver o resultado da pesquisa?

1o Passo: O Ambiente
Nossas meninas variam das que nunca pisaram numa balada como Aline, 22 anos, professora de inglês, às que são baladeiras convictas como a nossa amada Platinada, 21, também professora. O ambiente é algo essencial para definir que tipo de moça que você, gajo querido, deseja abocanhar. Se você é homem da dança você ganha muitos pontos com as nossas entrevistadas, Débora, 23, adora uma balada que envolva dança e de preferência homens que saibam aproveitar o ritmo e diz que sim, tem dias que ela só sai pra dançar, maaas "Sim, geralmente só saio pra dançar, mas posso ser convencida a mudar o que planejo". Assim concordam Lay e Charlotte que saem sim pra dançar, mas isso não impede que rolem otras cositas más... Por isso, boys, não acreditem quando nós dizemos que "Ah, só vim dançar com as amigas", na verdade isso quer dizer "Não to afim de você" ou "Você não faz meu tipo e nem quero te dar a chance de tentar me convencer do contrário".

Há também as que não dançam nada, então para fugir da tal "só vim dançar" evite forrós, Caribeño, Poizé, Oca da Tribo, Pixy e similares. Prefira as festas particulares, churrascos e eventos universitários, ambientes alternativos. Lá estarão as garotas que não saíram de casa só para dançar e talvez estejam afim de algo mais com você.

E pra completar, approach em bares não é uma opção, maioria acha que é totalmente inapropriado, pois afinal de contas ela foi ao bar beber com os amigos e não paquerar você!

2o Passo: A Apresentação
Meninos, eu sei que vocês não gostam muito de pensar nisso, maaas é importante aparecer bunitchéeenho na balada! É unânime entre as entrevistadas que homem tem que ser cheiroso, jamais podem ter mau hálito e por favor camisetas de futebol ficam no estádio ou no bar com os amigos, nada de levá-las às baladas, a gente entende que o seu time ganhou o campeonato brasileiro, ou a libertadores, ou que você acha linda a camiseta do Manchester United, mas deixa isso fora dos nossos olhinhos no meio da balada. De acordo com a Platinada "nada de sapato e cinto de couro na balada" e Charlotte morre de amores por aquele estilo social despojado, ou seja, abandona o sapato e o cinto de couro no escritório, gato!

3o Passo: A Aproximação
Definida a sua balada e a roupa adequada ao ambiente (visto que no forró, por exemplo, a gente aceita um gajo de bermuda, descalço e de regata, duvido que na Pixy você passe da porta!), vamos à aproximação.

Escolhendo o alvo > as meninas que estão a procura de uma noite com mais que umas bebidas e fofocas com as amigas normalmente estão com um grupo de apenas mulheres e não passam de quatro amigas, elas vão mexer muito nos cabelos e olhar para os lados atrás de algo digamos "interessante". Olhou, achou aquela gracinha loira/morena/ruiva com mais duas amigas perto do balcão, sozinhas, conversando? Não se precipite e chegue correndo falando "Oi linda! Você vem sempre aqui?" É hora de observar, pare alguns minutos e observe a moça, o que ela veste, como ela move o corpo, se ela sorri facilmente ou é mais séria, se ela está empolgada com a música ou não. Depois dessa observação você vai saber se a menina é daquelas "vou fazer cara feia logo de cara se eu não for com a tua cara" ou "sou simpática e vou parar pra te ouvir mesmo que eu não esteja interessada", com isso você vai elaborar seu plano de ataque.

Atacando o alvo > leve ao menos um amigo para entreter as amigas do alvo enquanto você foca na presa, mas não se esqueça de dar uma atenção às amigas por vez ou outra, ok? Antes de começar a explicar o ataque gostaria de deixar claro os tipos de approach abominados por mulheres de Brasília:
1o - Mata-leão não é uma opção. Nós não somos vacas pra sermos laçadas, por isso, chegar pegando, apertando, aplicando golpes de jiu-jitsu não é uma boa, meninos.
2o - Chegar com cantadinhas prontas, maioria das garotas entrevistadas acham cantadas "so last season".
3o - Foca na gente, amores, NA GENTE. Homens narcisistas não têm vez.
4o - Nada de conversar olhando pros peitos, pernas ou qualquer-parte-do-corpo-que-te-excite, foca nos olhos, cabelos, orelhas, isso mostra interesse na gente e não só na nossa amiguinha mais abaixo.

Voltando ao ataque > tudo vai depender do tipo de garota que você escolheu, se você escolheu a extrovertida do grupo chegue com um simples "Oi, tudo bom, meninas?" e olhe pra eleita na hora do "meninas", com certeza ela será a mais receptiva e vai te responder antes das outras. Agora se você escolheu a mais introvertida e que tem aqueeela cara de quem-comeu-e-não-gostou você vai precisar de artilharia mais pesada, chegar com um bom elogio é uma das opções e você me pergunta: como eu vou fazer um bom elogio? Lembra da observação? É aqui que ela entra com força, se a menina tá bebendo um drink mais elaborado como Cosmopolitan ou Sex on The Beach (vodka com energético é muito clichê, né, minha gente? hehehe) chegue elogiando a bebida "Bela escolha de bebida! Tá bom?", eis um approach não muito convencional e com efeito. Agora se você dançou aqueeela música sentimento com a moça e acha que vale a pena investir, porque não ao terminar a dança soltar um "Nossa, com certeza, você é a minha preferida!" ? (queridos, já ouvi essa e o cara não era mesmo um Brad Pitt e eu me derreti de um tanto que você não tá entendendo! hahahaha).

Pronto, meninos, o ponta-pé inicial foi dado e o desenrolar a gente vê no próximo capítulo do manual, vamos ver se você tá levando um toco ou começando a abrir o placar!

Obrigadíssima mais uma vez a vocês, leitores, que nos deram um ano de vida, muito agitada por sinal!

Beijos, palavras e beijos
;)

8 comentários:

Kérow disse...

AEWWWWWWWWWW!! A segudna parte vai ser leeeeeeeeesgau pq eu vo entrar nela! HAHAHAHAHAHAHAHA mal posso esperar!

Sinceras e Apimentadas disse...

Chega de estar sumida né? Tava na hora de eu voltar. E vou te falar... o post está muuito sincero e apimentado!!!

Passa lá, dá uma espiadinha. Deixa tua opinião sobre "as mulheres ousarem" um pouquinho.

Beijinhos,
Nane

DanyZinha disse...

Aeeeeeeeee
Happy Birthday pro nosso blog bombante querido! (L)
Arrasou nas dicas, amiga!
bjos

Marcelo Pacote disse...

Babi, o blog está sendo uma experiência cada vez mais rica.

O post de hoje já provoca mudanças em minha vida. Primeiro, hora de melhorar meus passos de dança. Eu até engano, mas é tempo de aprimorar a técnica. Segundo, nada de paquerar no bar, exceto em situações excepcionais. O esquema é aproveitar a companhia dos brothers e descobrir as últimas fofocas da galera do trabalho. Por fim, Pacote jurou para si mesmo que mata-leão só em show de Axé ... e olhe lá. :)

Valeu pelas dicas, mocinha! Você é um doce. É especial.

Babi Freitas disse...

Ai gente, os comentários do Paco sempre me abalam! hehehehe

A intenção é aprender, eu mesma discordo de umas coisas que a maioria das meninas responderam, mas to aqui pra representar a maioria e, cara, deu um trabaaaalho fazer esse post! Ler um monte de entrevistas e fazer um resultado final foi algo realmente trabalhoso!

Espero que todo mundo goste das dicas, não são regras, mas sugestões... No jogo do amor vale (quase) tudo! hehehehe
;)

Kérow disse...

répi birdai pro nosso blogui!

Marcelo disse...

Realmente a paquera é uma arte senão uma quase "arte marcial" rsrs, especialmente quando vcs falam do ambiente a ser escolhido,é dificil para quem não dança nada pegar alguem em um forró ou balada no Caribeno, tenho dois amigos que são professores de dança e não trocam esse tipo de balada por nada, e literalmente "passam o rodo" quando vão! apesar que um deles é pegador mesmo, pega mulher em qualquer lugar. Agora com relação a paquerar em bar isso é meio relativo... em Brasília as pessoas na sua maioria são mais fechadas e não dão muito espaço para aproximação, não possuem esse hábito de paquerar em bar, agora em outras cidades isso é mais comum, estive em Salvador a uns anos atrás e o que mais vi foi homens e mulheres flertando em bares e um amigo meu que esteve no Rio falou a mesma coisa... To aguardando com ansiedade o Capítulo II rs
Bjs!

Anônimo disse...

Não seii se sou eu que não sou um cara la muito atraente , mais o fato é que sempre quando chego em uma desconhecida , seje na balada num shoping ou na academia sou rejeitado . Sou comunicativo , eclético(converso de Freud a Big Brother) e educado , mais percebo um distanciamento dessas ´´alvos´´ quando sacam que estou interessado nelas.
Durante muito tempo achava que era falso moralismo da parte dessas mulheres , do tipo ´´ ñ vou ficar ou trocar telefone com ele para minhas amigas não me acharem uma vádia ´´ , mais com o tempo e depois de questionar algumas conhecidas , ví que a maioria das mulheres ficam facilmente com um desconhecido se o acharem atraente . E eu sigo frime e forte mais levando toco a doídado .